Domingo último assisti esse filme, um drama excepcionalemente bom com o Jim Carrey. O roteiro é brilhante e a direção interessante, mas alguns personagens são totalmente descartáveis. Um deles é Elijah Wood (o Frodo do Senhor dos Anéis), que está mais perdido que cachorro que caiu da mudança. Mas é um filme muito bom, na média. Para quem achou o nome esquisito, ele é um trecho de um poema de Alexander Pope:
“Feliz é o destino do inocente,
Esquecido pelo mundo que ele esqueceu
Brilho eterno de uma mente sem lembranças!”
Há um outro verso poético no filme, desta vez de Nietzsche: “Abençoados os que esquecem, porque aproveitam até mesmo seus equívocos.”
Ambas as citações são ditas por uma das personagens no filme.
Se eu tivesse a opção de poder esquecer fatos do passado, ainda assim não o faria, por mais doloridos que estivessem cravados na minha memória. De nada me arrependo nessa vida. Prefiro me arrepender do que não fiz ao invés do que já foi feito. Afinal, é com as experiências (boas e ruins) que aprendemos e crescemos. E apagá-las da memória seria correr o risco de repetir erros.
postado via palm, indo trabalhar
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O filme é uma gracinha mas as vezes muito deprimente mas eu tb gostei. Bjs.
Também já vi esse filme e gostei. É uma atuação única do nosso Jim Carrey, nunca vista antes. Mexeu um pouco comigo, me fez voltar ao passado. Mas se hoje sou forte é porque vivi essas emoções que me fizeram crescer. Então elas valem ouro…
Não vi o filme ainda. Mas você está certíssima: arrepender-se, jamais! Beijos! Li.
É…mas mesmo não esquecendo os erros, existem alguns que insisto em cometer e sempre depois, vem aquela sensação horrível de arrependimento, pois com certeza acabei de magoar quem mais amo com minha ira incontrolável…e não ter controle me entristece profundamente.
Espero que o meu comentário seja registrado aqui, poxa
Escrevi mensagens e mais mensagens no seu fotoblog mas nenhuma entrou 


Beijo
Bia, as minhas mensagens não entram aqui, poxa vida, viu
Eu escrevo tanta coisa e, puf! nada
Essa foi uma delas:
* Bom, escrevi que no sábado eu sai mas que meu coração ainda está confuso… E hoje eu estou em casa, descansando. Tive uma baita crise de estresse, tá louco… ai, ai…
Vc é linda, eu te adoro muito, beijo no seu enorme coração, July
Oi Bia,
É claro que qualquer experiência que traga um pouco de reflexão nos faz crescer e tal. Mas arependimento tem outra dimensão que as pessoas às vezes esquecem. Só te conheço pelo blog, mas creio que tu mesma deve ter se arrependido de ter feito um monte de coisas, como qualquer outra pessoa.
Tenho certeza que você já pensou assim: “puxa, o que fiz (ou da maneira como agi), já foi feito e não tem como voltar, mas pelo menos aprendi com isso. Mas se o tempo voltasse, hoje, eu faria diferente…”
Keep walking!
=^)
Parabéns pelo comentário, seu blog é muito bom. Esse filme realmente nos remete a juízos…
Como esquecer voluntáriamente memórias, se elas nos compõe…
Se elas tracejam nossa história, rabiscam nossas vontades e desejos…
Não há como minorar ou delegar ao esquecimento dor, perda, tudo isso nos impele ao crescimento emocional e a vida é isso… um eterno processo de crescimento, colorido pela dor, amor, perda, responsabilidade, erros, acertos. Não há como memorias serem apenas adjetivos a ilustrarem a ventura que é o viver, penso que a vida seria muito vazia se assim fosse!
Abraços,
Oi Bia,
Tinha assistido esse filme há algum tempo e me fez lembrar, como você, das coisas boas e ruins do passado. Também não me arrependo de nada e até agradeço (?!) por ter passado por coisas ruins. Só eu sei quanto eu cresci e amadureci vivendo essas esperiências.
O roteirista desse filme também fez Quero Ser John Malkovich, Confissões de Uma Mente Perigosa (esses dois, não vi) e Adaptação (assisti e achei muuuuito bom). Um grande abraço,
Acho que deveíamos ter um botão de “undo”, tudo seria mais fácil mas não é assim que as coisas são e na minha opinião o arrepender-se é a coisa mais maravilhosa que podemos fazer quando nada pode ser feito para mudar uma grande m*rda. que fizemos… O simples ato de aprender com os erros se configura num arrependimento( A não ser que se queira repetir a dose da bobagem). Não sei porque essa palavra goza de tão pouco carisma entre os midintelectoneofilósofos. Arrepender-se faz bem, esquecer o passado e sua lixeira é o máximo. E Bola pra frente. Hehehe.
Gosto do seu blog.
Pio
Marx, interessante você falar do botão UNDO, hehe. Sabe o que eu queria ter?
Um botão ESC e um botão F5. Seriam muuuuuito úteis na minha vida, huahuahua.
Beijocas a todos que comentaram aqui ou por e-mail.
Não sei se sacrificar o passado, obviamente aquilo que não deu certo, é a melhor saída para nos sentirmos menos culpados das “m*rdas”. Concordo com vc Bia. Sou viciada nos arrependimentos do “não feito”.
Parabéns pela qualidade de seu blog
Achei seu blog justamente procurando essas duas citações, obrigado!
Pra mim já é o melhor filme de 2004! Charlie Kaufmann é demais!! Gostou de ADAPTAÇÃO?
Não acho que Elijah é descartável, porque enquanto Joel estava no processo, Patrick ficava falando sobre os dois, e isso influenciou na descoberto de Joel.
Sei que esse comentário vai meio tarde, pois tu escreveste em 18.08. Mas como achei sua página no Google hoje,porque estava procurando a citação do Pope, não posso deixar de comentar.
Assisti ao filme já duas vezes. Simplesmente genial, fantástico, porque emocionante e lindo! A parte em que ele se esconde nas suas vergonhas, matando um passarinho a marteladas é muito forte, pois comovente… E o desfecho do filme, então! Em tempos em que quase não se fala de amor, aquele “ok” do Joel, diz tudo! Um brilho que nunca, nunca se apaga!! Demais!
Olá Bia e a todos q escrevem nesse belo blog.
O assunto parece requentado, afinal já estamos em 30/09/04! No entanto, após assistir “Brilho eterno…” pela teceira vez, procurei a citação de Pope e encontrei o teu blog e resolvi escrever apenas para declarar minha felicidade ao falar sobre tal filme. Poucas vezes a sensibilidade e o amor em suas mais diversas formas foi tão bem representado no cinema. “Brilho” me fez pensar muito, principalmente qto o personagem de Carrey se parece comigo e com certeza se parece com muito de nós homens q ao contrário do q muitas imaginam tb têm sentimentos.
Felicidades a todos e manteremos contato.
Abraço
Vagner
Olá Bia e a todos q escrevem nesse belo blog.
O assunto parece requentado, afinal já estamos em 30/09/04! No entanto, após assistir “Brilho eterno…” pela teceira vez, procurei a citação de Pope e encontrei o teu blog e resolvi escrever apenas para declarar minha felicidade ao falar sobre tal filme. Poucas vezes a sensibilidade e o amor em suas mais diversas formas foi tão bem representado no cinema. “Brilho” me fez pensar muito, principalmente qto o personagem de Carrey se parece comigo e com certeza se parece com muito de nós homens q ao contrário do q muitas imaginam tb têm sentimentos.
Felicidades a todos e manteremos contato.
Abraço
Vagner
Olá Bia e a todos q escrevem nesse belo blog.
O assunto parece requentado, afinal já estamos em 30/09/04! No entanto, após assistir “Brilho eterno…” pela teceira vez, procurei a citação de Pope e encontrei o teu blog e resolvi escrever apenas para declarar minha felicidade ao falar sobre tal filme. Poucas vezes a sensibilidade e o amor em suas mais diversas formas foi tão bem representado no cinema. “Brilho” me fez pensar muito, principalmente qto o personagem de Carrey se parece comigo e com certeza se parece com muito de nós homens q ao contrário do q muitas imaginam tb têm sentimentos.
Felicidades a todos e manteremos contato.
Abraço
Vagner
Por favor, quem tem a tradução deste poema? Preciso com urgência….Estou tentando achar mas não estou conseguindo..Mas sei que Alexander Pope é ótimo assim como o filme…
Somos o resultado das nossas experiências boas ou ruins.