Ainda pouco popular no Brasil, o Tablet PC é caracterizado por seu peso reduzido (lembra muito um caderno tipo universitário) e por trazer uma forma diferenciada de inserção de dados, que é a escrita diretamente na tela.
O Tablet PC está mais para PDA ou para notebook? É vantajoso usá-lo no lugar de um notebook, em busca de leveza e maior praticidade? É interessante usá-lo no lugar de um PDA, em busca de mais poder de processamento e tarefas mais complexas?
Tablets são indicados principalmente para usuários que precisam de mobilidade, de um equipamento tão poderoso quanto um notebook só que mais ágil para inserir informações, além de uma tela maior do que a de um handheld.
Entre seus principais usuários estão executivos de vendas, engenheiros e arquitetos, além de um segmento específico de profissionais de artes visuais. O aparelho geralmente traz conexão à internet, possibilidade de sincronização em rede e grande capacidade de disco rígido. Sua tela grande permite ver, por exemplo, plantas com bastante conforto. Ajustes são feitos rapidamente com a canetinha ótica, direto na tela.
Se ele é tão prático quando um PDA e tão poderoso quanto um notebook, por que ele não emplaca?
As desvantagens principais estão no fato de que poucos fabricantes mantêm importação regular do produto para o Brasil e dos altos preços dos produtos.
A falta do suporte e sistema operacional em português, contudo, é o grande calo no sapato dos tablets. Diferente de um notebook, o idioma do sistema operacional influencia diretamente na usabilidade do produto: como a escrita é feita diretamente na diretamente na tela, com uma caneta especial, o texto é reconhecido em inglês e convertido para digitação. O problema estava ligado ao software da caneta eletrônica. Ou seja, tudo deve ser feito em inglês.
Para agravar a situação, o sistema operacional é instável e ainda bastante “buguento”, mesmo com os sucessivos patches que a Microsoft libera.
Barreiras financeiras à parte, o que se nota é que mesmo nos EUA e Europa os Tablets ainda não se popularizaram como deveriam. Afinal, qual o problema com eles? Essa resposta eu ainda não tenho.









O tablet reconhece escrita em inglês dos EUA, inglês do Reino Unido, francês, alemão, japonês, coreano, dois tipos de chinês e ainda espanhol. E nada de reconhecer em português [vide [Responder]
Um tablet não é prático para entrada de dados, se comparar com um notebook. Um teclado é MUITO, mas MUITO mais rápido que uma caneta. Facilita pra desenhar, mas não sei se todo tablet é sensível a pressão, detalhe imprescindível para quem vive de Photoshop e similares. Ou seja, não agrada muito nenhum heavy-user.
E… também não dá pra sincronizar um palm (palmOs) num tablet pc…
Bia, você repetiu uma palavra no teu texto “diretamente na diretamente na tela”. Sobre a matéria, a cerca de 3 anos atrás eu participei de um aperfeiçoamento de software promovido pela Microsoft. Você passava 1 hora por dia copiando um determinado texto na sua letra manuscrita normal e o software do OS deveria identificar seu texto. Quando alguma coisa não era reconhecida a equipe passava o texto por uma avaliação, tentando aperfeiçoar o reconhecimento.
Gostei muito dos produtos que utilizei na época (foram equipamentos de vários fabricantes diferentes) e acho que um dos grandes problemas é o custo proibitivo – principalmente para nós, brasileiros, que temos um dinheiro tão “caro”.
eu acho que o marcelo tem razão que o tablet do tipo slate [sem teclado] não deve ser prático para a entrada de dados.
já os do tipo convertible [que tem teclado] são o máximo, pois a escrita na tela complementa o teclado e vice-versa, pois existem situações que simplesmente não dá para abrir um notebook e sair digitando [uma reunião, uma aula de professor chato, etc.]
Ola! encontrei sou blog procurando assuntos sobre o tablet pc e fiquei impressionado com a qualidade das informacoes. Parabens!!