Parafina: a 1ª minissérie via celular no Brasil

A operadora Oi lançou ontem, 2ª feira, uma minissérie exclusiva para celulares. Usuários podem baixar um capítulo por dia da minissérie “Parafina”, que conta as aventuras de um grupo de adolescentes em férias no Rio de Janeiro.


O tema pode ser banal, e a vontade do público em ver uma minissérie em tela de celular, zero. Mas esse é o pontapé para uma nova fase do entretenimento móvel no país. Claro, tudo leva um tempo. Lá fora os mobisodes estão ganhando mais espaço, seja adaptando conteúdo presente na TV aberta, seja criando conteúdo exclusivo para celular. Lembram dos shots do Hurley para os fãs de Lost verem no celular? Mais detalhes aqui.)
De segunda a sexta haverá um novo episódio de “Parafina” disponível para download, mas os capítulos antigos podem ser baixados a qualquer momento. Cada epísodio custará R$ 0,99, além do tráfego da conexão de dados. O preço está dentro da realidade.
Desejo sucesso para os produtores vanguardistas dessa minissérie! Mais informações no site da Oi, inclusive amostras gratiuitas dos capítulos, para demonstração, aqui. Já tem até um resumo da minissérie que sucederá Parafina.
P.S.: Sabem qual um dos motivos que me fez largar a faculdade de rádio e TV no último ano? Porque não tinha orientador apto a encarar meu projeto de conclusão de curso, que envolvia entretenimento, mobilidade e conteúdo sob demanda. Azar o deles, mudei de instituição. Talvez logo eles se lembrem de mim.
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4 Comentários

  • Em 2007.02.27 17:04, luc-movel disse:

    Ih, esses problemas de faculdade são muito comuns. Na minha área também usa-se muita tecnologia diariamente há pelo menos uma década, mas quem está na faculdade diz que esse tipo de coisa é solenemente ignorado.
    Julgando pelas impressões que eu tive quando passei pela faculdade, imagino duas razões:
    - muita política e joguinhos de interesses;
    Professores e diretores vivem em pé de guerra uns com os outros, e muita decisão é tomada no nível estritamente pessoal. Por exemplo: os alunos pedem máquinas com sistema operacional Sapoti 2007, mas o próprio professor usa muito as máquinas e só quer saber de Serigüela 2.8. A vontade dele prevalece. Ou então, o professor concorda com os alunos e pede aprovação ao diretor, mas o diretor não aprova porque tem alguma rixa com o professor.
    - avareza;
    Muitas faculdades só investem em coisa que “dá na vista”. Por exemplo: laboratório de informática com 75 computadores e janelões de vidro (vitrine). Coisa muito vistosa pra quem vai visitar as dependências. Coisa muito boa também de se fotografar e incluir nos anúncios de jornais e revistas. Mas que programas os computadores rodam e se eles atendem a demanda dos alunos muitas vezes não importa porque não é isso que vende curso.
    Mó sacanagem com quem paga as mensalidades exorbitantes de qualquer faculdade.

    • Em 2007.02.27 17:13, Felipe Cepriano disse:

      A R$0,99 o episódio o preço está realmente bem baixo. ;)
      E eu acho que esse tipo de mídia irá se popularizar em breve…

      • Em 2007.02.27 19:38, Marcos W. C. Silva disse:

        Olá! Sou novo por aqui.
        Queria dizer que gostei muito do seu blog. Na verdade eu acesso faz um tempo e gosto do seu estilo. Achei que o resultado do BR-Linux não foi surpresa não! Parabéns!
        Marcos.

        • Em 2008.09.02 16:32, André Ferreira disse:

          Bia,
          Gostaria de saber em que faculdade estudavas. Sou Mestrando em COmunicação Multimidia pela Universidade de Aveiro em Portugal e meu mestrado é baseado exatamente no seu projeto. SOu formado em Rádio e Tv pela UFPE.
          Próximo ano termino meu mestrado e quero me dedicar a dar aulas e até poderia ser seu orientador. (talvez não seja mais o caso, pois talvez já estejas formada). Meu email está aí em cima.
          Boa sorte. André

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