Review: Samsung Galaxy

Samsung Galaxy

Fiquei quase um mês com o Samsung Galaxy, usando-o em conjunto com o Motorola Dext (review no próximo post). E, depois da experiência de um mês com o HTC Magic, posso dizer que estou familiarizada com o sistema operacional, compreendendo bem as nuances e customizações que fabricantes e operadoras.

Como já comentei algumas vezes aqui no blog, o sistema Android, do Google, foi concebido pensando na nova geração de usuários sempre conectados, que além de consumidores das soluções Google (buscas, Gmail, Agenda, Mapas etc) são bastante ativos em redes sociais. Portanto, é bom avisar logo de cara: para aproveitar os diferenciais desses dispositivos, é necessário um generoso plano de internet móvel. Se não for esse o seu caso, esqueça, porque usar Android apenas quando tiver wifi disponível não tem graça.

Hoje ainda publicarei um podcast só sobre Android, onde esclarecerei diversos pontos sobre o sistema e comentarei os principais aparelhos disponíveis no mercado. Ainda em dezembro, haverá um videocast também, só sobre a plataforma, com todos os aparelhos resenhados em ação.

Leitura sugerida para quem está conhecendo o sistema Android:

Samsung Galaxy: andróide espartano

Samsung Galaxy Seguindo as características dos “irmãos andróides”, o Galaxy possui tela touchscreen capacitiva (que funciona com os dedos ao invés de canetinha), 3G, wifi e GPS. Muito mais do que usar mapas, o GPS funciona em uma série de aplicativos “posicionadores e localizadores” para redes sociais, guias de restaurantes, cinemas, realidade aumentada e muito mais.

O primeiro Android da Samsung é bem espartano: a fabricante optou em não criar customizações próprias. É o sistema operacional puro. Contudo, a TIM, que detém exclusividade de venda por enquanto, criou alguns aplicativos e widgets, como o acesso ao Twitter da operadora. Mas nada além disso.

A tela AMOLED do Galaxy é mais econômica em termos de bateria, e tem melhor visibilidade em locais com muita luz que os aparelhos com tela TFT (detalhes aqui).

O acabamento é de plástico, que o deixa menos sofisticado, porém bastante leve. Além disso ele é fino e de longe pode parecer um celular comum – no mesmo estilo do HTC Magic. Ganha-se em design, mas o “excesso” de leveza pode prejudicar a empunhadura para algumas pessoas. A capacidade de armazenamento é de 8GB, com slot de cartão microSD.

Samsung Galaxy Samsung Galaxy

O teclado virtual do Galaxy é o mesmo do Magic, que é o teclado padrão dos andróides em geral. No começo estranha-se um pouco, mas apesar de ser estreito e com botões relativamente pequenos, a tela capacitiva “entende” qual tecla seu dedo tocou. Logo se pega o jeito. A acentuação é igual à do iPhone: basta segurar a letra por alguns segundos e escolher o acento desejado.

O navegador Chrome-Lite é básico mas tem rolagem macia, e no canto inferior direito fica um pequeno ícone onde pode-se alternar entre as janelas que estejam abertas.

A “área de trabalho” é onde o usuário coloca seus atalhos e widgets, podendo personalizá-los como bem quiser: adicionando, removendo ou reposicionando. No Galaxy há 3 dessas áreas, que podem ser acessadas empurrando-as à direita e à esquerda. Isso o deixa em desvantagem em relação ao Magic e ao Dext, que possuem 5, permitindo que o usuário personalize-as com mais coisas. No topo está a barra das notificações, também padrão dos andróides, que pode ser puxada para cima e para baixo como uma “cortininha”.

Acompanhando o produto na caixa, temos um fone de ouvido com conector padrão, um cabo microUSB para sincronismo e recarga (junto com uma fonte para tomada) e uma capinha simples, estilo luva.

Pontos fracos

Samsung Galaxy

Num primeiro momento, os botões físicos foto acima podem confundir os “marinheiros de primeira viagem”. Em cima temos o botão de menu (a seta para cima) à esquerda e o botão de voltar à direita. Em baixo, os botões de atender ou desligar chamadas (que também liga e desliga o aparelho), que não tem as tradicionais cores verde e vermelha. Para piorar, o botão Home, que leva à tela incial, está espremido entre o voltar e o desligar. No meio, temos o direcional com o OK no centro. Nas laterais, há os botões de volume, a trava e a câmera de 5 megapixels (com aquele led tosquinho que as fabricantes costumam chamar de “flash”). Em cima, a entrada para fones de ouvido padrão e o conector microUSB para sincronismo e carga.

A lista de nãos do Galaxy é grande: ele não suporta Java (J2ME), não vem com aplicação de sync com PC (comentarei isso no Podsemfio n.85), não tem visualizador de documentos, não tem rádio FM.

Samsung Galaxy Samsung Galaxy

Por dentro do Android

Em todos os Androids é preciso segurar um pouco o botão da câmera para ativá-la, algo que às vezes faz a instantaneidade do momento ser perdida. Por outro lado, compartilhar as fotos e vídeos é moleza. Num único toque você pode enviar por email ou publicar nas suas redes favoritas.

Além de atalhos para aplicativos, pode-se criar também atalhos para pessoas. Os widgets que acompanham o Galaxy são padrão, não há extras além dos da TIM. O atalho do Orkut, que vem nativo, não é um app, mas apenas um link que abre a página móvel do serviço. Alguns aplicativos do Android Market criam widgets bacanas – como bloco de notas, notícias, Twitter, Facebook, meteorologia e muito mais.

“Faça como eu mando”

A “mistureba” que o Android faz nos contatos é chata pacas. Ele mistura sua agenda de contatos com do Gmail, de redes sociais, etc. O problema do Gmail é o pior: ele joga nos seus contatos todo mundo a quem você já mandou email na vida. Felizmente, nos serviços Google, você pode escolher quais serviços online quer sincronizar. Basta ir nas configurações, sincronismo, e desmarcar o sync com contatos do Google. Mas tenho que confessar: esse foi um dos motivos de eu ter renovado o MobileMe ao invés de cair de cabeça no Google Sync, que uso só para testes. E que não consigo gostar de verdade.

Mas nem a Apple é perfeita. Aliás, ela é a pior controladora do universo. Parece que essa é uma tendência MUITO CHATA entre os aparelhos e sistemas dos grandes fabricantes. Por mais que batam na tecla da “alta personalização”, Apple, Google e Microsoft, por exemplo, querem que você faça as coisas da maneira que eles impõem. O Google acha, por exemplo, que você não precisa de videoplayer, que só o YouTube já é sufuciente. Você também acaba usando dezenas de serviços que nem gosta, mas acaba adotando por causa da compatibilidade com o sistema, em nome de uma experiência melhor. É email, é mensagem instantânea, é leitor de feeds e RSS, é bookmark… xi!

Uma dúvida recorrente em todos os usuários de Android: como fazer para fechar programas? A resposta: não dá, pelo menos na versão 1.5, que habita os aparelhos do teste. Apertando o botão Home e segurando-o, visualiza-se os programas abertos, podendo alternar entre eles. Mas para fechar aplicativos, só com alguns programas de terceiros, disponíveis no Android Market.

Eu deixei o Galaxy com meu marido por vários dias, a fim de ver o ponto de vista dele em cima do Android, que ele nunca usou. Até eu avisá-lo que seria preciso programas de terceiros para fechar programas, ele quase pirou. Ele havia instalado o Twitdroid e não tinha jeito de fechá-lo… resultado, Twitter eternamente aberto e “apitando” a cada novidade. Argh!

Android Market: tudo de bom

Navegar entre os programas e categorias da loja de apps do Google é fácil e rápido. Pena que no Brasil, a “loja” ainda não esteja ativa, permitindo baixar apenas os apps gratuitos. Mas, diferente da loja do iPhone, você pode comprar programas web afora, direto dos desenvolvedores, e instalá-los no smartphone via PC. Assim, você não ficará sem as melhores soluções para o sistema, como um editor Office, por exemplo.

Também diferente da AppStore da Apple, antes do download o sistema avisa que recursos do sistema aquele programa usa, como voz, lista de contatos, GPS e internet. E deixa a um toque uma maneira de entrar em contato direto com o desenvolvedor. Logo após o download de um aplicativo, ele vai para a barra superior de notificações, acusando sua instalação bem ou mal sucedida.

Samsung Lite

O irmão caçula do Galaxy, o Galaxy lite, logo estará disponível no país. Inicialmente, a proposta era um Galaxy mais econômico, custando menos de R$ 1.000. Pena que, pelo visto, a idéia não foi adiante: já recebi um release avisando que seu preço sugerido será de R$ 1.200. Mas vamos aguardar sua chegada às lojas e ver como será.

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28 Comentários

  • [...] This post was mentioned on Twitter by Bia Kunze, joaofmoura. joaofmoura said: RT @garotasemfio: Review: Samsung Galaxy http://bit.ly/7wqS7P [...]

    • Em 2009.12.18 15:11, Adamastor disse:

      Caramba, essa eu não sabia que o android nao tem como fechar os programas. tava na maior larica pra comprar um androidphone mas agora desanimei. E esse problema com os contatos também não ajuda…

      • Em 2009.12.18 15:15, Tiago disse:

        Continuo com a impressão que o Galaxy é o basico dos celulares baseado em Android. A minha dúvida permanece entre Dext (Cliq) e Milestone (Droid).

        • Em 2009.12.18 15:18, Leandro Alves disse:

          Eu acho positivo você não ter que se preocupar em fechar os programas, uso o Android a alguns meses e acho que ele gerência muito bem a memória.
          Quanto ao Twitdroid basta mudar nas opções dele que ele para de avisar.

          • Em 2009.12.18 15:22, Bia Kunze disse:

            Adamastor, calma!!! Esse é um problema das versões 1.5 e 1.6. A 2.0 está chegando!

            • Em 2009.12.18 15:38, Rodrigo Tramontina disse:

              Já chegou!!! O Motorola Milestone já está disponível na Vivo e Fast Shop. Abraço

            • Em 2009.12.18 15:34, Alexandre disse:

              Gostei muito do post, as usual. Tenho o Galaxy e aguardo ansioso o upgrade pro Android 2.0 que deve ocorrer no inicio do ano de 2010.
              Só discordei do fechamento do twidroid por exemplo. ele fecha sim, entrando no menu do aplicativo e dar um “exit”. :)
              Mas sim, infelizmente precisa de um software terceiro para fechar a grande maioria dos apps.
              Anyway, mais uma vez parabéns pelo blog e espero o podcast.

              []’s
              Alexandre

              • Em 2009.12.18 15:36, disse:

                Grandinho ele hein? Ou sua mão que é pequena?

                • Em 2009.12.18 15:37, Leonardo Bruno Lima disse:

                  Isso de não poder fechar as aplicações é ridículo.

                  • Em 2009.12.18 15:42, Bia Kunze disse:

                    Rodrigo, a TIM também disse que vai vendê-lo ainda esse mês. Calma, logo posto mais sobre o Milestone :)

                    • Em 2009.12.18 15:48, Camilo Pedroso disse:

                      Oi Bia!

                      Dá prá fechar o programa sim! Se vc usar a tecla voltar, ele mata o programa! Como descobri isso? Sou desenvolvedor, e descobri isso estudando o ciclo de vida das telas!
                      No caso dos clientes do twitter, basta desativar a sincronização automática, e usar o voltar quando quiser fechar o programa!

                      Parabéns pelo blog!

                      • Em 2009.12.18 16:53, Danilo Brizola disse:

                        Referente a mistureba dos contatos que o Android faz realmente é muito irritante, porém na interface Sense UI (customização do Android feita pela HTC) é possível você selecionar os contatos que você deseja que apareça, ou seja, é possível tirar a lista de contatos que o Google puxa do GMail. Para fazer isso é só seguir o caminho abaixo:
                        Abrir o People >> Aperte o botão Menu (no aparelho) >> Aperte o botão View (na tela) >> A partir dai só selecionar as fontes de contato que você deseja visualizar.

                        • Em 2009.12.18 17:26, Henrique Bonfim disse:

                          Ainda prefiro o Symbian, mesmo o S60v3 que é antigo. Não fecha aplicativos, contatos bagunçados, assim como e-mail… sinceramente… estou desapontado.

                          • Em 2009.12.18 19:32, Gogliardo72 disse:

                            Desculpem a ignorância, mas esses fones aceitam upgrade de sistema operacional, assim como os computadores? Ou seja, será possível por exemplo “formatar” o aparelho e instalar uma versão mais nova, no caso o Android 2.0? Estive pensando seriamente em comprar o galaxy, mas ultimamente vendo tendo uma queda pelo Dell Mini3, que ao contrário do aparelho da Samsung não possui esses botões que fazem o aparelho parecer aqueles antigos modelos da marca.
                            Bia, obrigado pelo review, aguardo o do aparelho Mini3.

                            • Em 2009.12.18 20:03, Links da semana! | BM - Blog do Moura disse:

                              [...] Review: Samsung Galaxy[Garota sem Fio] [...]

                              • Em 2009.12.18 21:06, Vinicius Vasques disse:

                                Bem eu estava muito afim de estreiar nos androids, com o galaxy lite. mas essa falta de definição a respeito das atualizações do sistema me deixam com pé atrás. Pelo menos ao meu ver o Android é concorrente forte do IPhone OS com uma política menos restritiva. Porém o IPhone OS se atualiza para todos os dispositivos compatíveis, ao contrario do Android que fica preso em suas diversas versões (AKA Symbian)

                                • Em 2009.12.18 22:00, Marcos Guimarães disse:

                                  “O problema do Gmail é o pior: ele joga nos seus contatos todo mundo a quem você já mandou email na vida”

                                  Nananinanão Bia!

                                  Basta colocar seus contatos em um grupo “Meus Contatos” ou coisa parecida e ele vai sincronizar apenas esse grupo. Acho que se não tiver esse grupo ele sincroniza tudo mesmo, mas com o grupo criado basta colocar os contatos nele e sincronizar só quem você quiser.

                                  Experimenta aí!

                                  • Em 2009.12.19 00:39, Seiti disse:

                                    Muito bom o post! Este aparelho era o que eu queria, até surgir o Milestone na Vivo (que acabei comprando e logo postando um mini review em meu blog) =)

                                    Quanto à fechar ou não, não sei o aplicativo fica realmente rodando em segundo plano. Pelo que andei lendo, e preciso confirmar, é que o sistema mantém sim os programas abertos, mas os fecha assim que precisa de de mais recursos.

                                    Assim você consegue retornar para aplicativos recém abertos quase instantaneamente, algo que notei ser bastante eficiente no Milestone.
                                    Você vai apertando retornar e vai passando por todos os aplicativos que foram abertos em seqüência.

                                    Quem vem do Symbian, como eu, estranha. Mas é genial, na minha opinião.

                                    • Em 2009.12.19 00:42, uberVU - social comments disse:

                                      Social comments and analytics for this post…

                                      This post was mentioned on Twitter by garotasemfio: Review: Samsung Galaxy http://bit.ly/7wqS7P…

                                      • [...] « Review: Samsung Galaxy [...]

                                        • Em 2009.12.20 10:29, Jean disse:

                                          A Tim não tem a venda exclusiva do galaxy. A vivo tambem vende. Alias, eu comprei um pela vivo, estou usando a 3 semanas já.

                                          • Em 2009.12.22 11:06, Fabio disse:

                                            Apenas uma correção. O botão Home não mostra os programas abertos e sim os últimos programas acessados com mais frequencia.

                                            • Em 2009.12.22 18:27, Marcelo disse:

                                              Em relação a mistureba que ele faz trazendo todos os contatos do Gmail, eu usei a opção favoritos. Todos que ralmente utilizo estão nesta aba marcados. O resto deixo lá mesmo :)

                                              • Em 2009.12.23 17:11, Rodrigo Zaratin disse:

                                                To vendo muita gente reclamar de não conseguir/poder fechar os programas….
                                                Estão falando sem conhecimento de causa.. acreditem o programa ‘morre’ e você nem percebe, não irá consumir recursos.. o celular não fica mais lento.. nem nada… não entendo o motivo da reclamação da galera!
                                                Na verdade até entendo, todos estão tentando pensar como Windows num sistema Linux!
                                                Quanto aos contatos… concordo que na primeira sincronização é complicado.. foi assim pra mim até arrumar meus contatos do G-Mail… mas lembro à todos que você pode selecionar quais grupos do G-Mail serão sicronizados no telefone. Ou seja, não são todos os seus contatos malucos que o Google adiciona automaticamente que serão disponibilizados na sua lista de contatos!
                                                Fiquei 11 meses com um HTC G1 e agora estou com um Millestone. Ou seja, já passei por algumas versões de SO (1.0, 1.5, 1.6 e 2.0)!

                                                • Em 2009.12.23 19:27, Bia Kunze disse:

                                                  Rodrigo, o grande problema desse negócio de abre-fecha de programas, sem poder controlar, é que você fica refém dele quando está em multitarefa… por exemplo, instalei um app que faz screenshots. O Android, em alguns momentos, fechava os programas em que eu queria capturar a tela. E quando eu os abria, ele fechava o de screenshot e eu não conseguia fazer as capturas! Isso foi extremamente irritante!

                                                  • Em 2009.12.26 13:23, Marcelo disse:

                                                    Não comprem este celular. A bateria dele eh pessima
                                                    Em standby dura 10h… Isso mesmo! Horrivel.
                                                    E, para ser sincero, detestei o android.
                                                    Na minha opiniao, ainda não temos SO
                                                    para celular como o symbian

                                                    • Em 2009.12.28 19:20, Seiti disse:

                                                      Marcelo, eu também tinha este problema. Mas instalei o APNDroid e agora consigo bloquear o acesso à rede de dados HSPA-3G/EDGE. Desligando também o Wi-Fi, consigo numa boa 24h de standby com meia carga num Milestone/Droid.

                                                    • Em 2010.02.25 12:22, Fernando disse:

                                                      Bom dia, sou um infeliz porprietário do Samsung Galaxy 7500.Estava Na dúvida entre ele e o Iphone e optei por ele por ser google (android). Do sistema não tenho do que reclamar, mas do aparelho…comprei somente pela avaliação que li da info sobre ele. Avaliação equivocada. O aparelho não presta, bateria não dura, mesmo sem usá-lo. Não se avalia um celular 3g com opcionais com todas as redes desligadas. Se eu quisesse um aparelho sem redes, compraria um simples, que não tem internet. O aparelho quando recebe 1 ligação não bloqueia mais o teclado e fica executando outros programas por conta disso. Como uma redação de credibilidade pode escrever uma materia tao irresponsável??? O que faço agora? Comprei pela avaliação de vocês e agora tenho uma porcaria de aparelho que ninguém quer comprar. A câmera é péssima. Enfim, não se pode levar em consideração essas avaliações. A samsung não libera atualização de firmware pra corrigir esses problemas e me sinto enganado. Pior, não tenho o que fazer. Me sinto o maior babaca do mundo!!!!!Samsung nunca mais!!!!Avaliação info, idem!

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