Conforme falei no Twitter ontem, eu ia postar minhas impressões sobre o Apple iPad à noite, após acompanhar uma ou outra cobertura pela web, meio que aos tropeços, trabalhando e fazendo outras coisas junto. Por causa das informações fragmentadas, não formei uma opinião final, decidindo assistir ao keynote completo antes de escrever qualquer coisa no blog. Pois bem, feito isso, podemos discorrer agora sobre a novidade.
Acho que nenhum gagdet jamais foi alvo de tanto tititi, antes mesmo de se confirmar sua existência, como o iPad. Nem para os padrões Apple de rumorosfera. Procuro fugir ao máximo de especulações, simplesmente porque odeio perder tempo e desperdiçar energia em algo que não existe oficialmente. Bom, é praticamente impossível passar batido por eles, e confesso que tudo o que via ou ouvia sobre o dito me parecia tolo.
Acho que foi isso que atiçou a ira de blogueiros, macmaníacos, entendidos e pitaqueiros em geral. Já falei isso: cada novo lançamento de Steve Jobs tem o dever moral de mudar o mundo. Aí, tio Istive mostra no palco seu iPod touch gigante… e todo reles blogueiro se transforma em doutor em engenharia, dizendo como deveria ter sido feito. Parecem os 200 milhões de técnicos de futebol que temos no Brasil, não?
É tablet ou netbook?
No início do keynote foi deixado claro que o projeto do iPad buscava responder duas dúvidas: haveria uma lacuna de mercado para um dispositivo intermediário entre laptop e smartphone? Segundo, esse intermediário poderia desempenhar de forma mais eficiente certas tarefas do laptop e do smartphone?
Os netbooks, indiscutíveis sucessos de mercado, foram desprezados pelo CEO da Apple – e não pela primeira vez. Dizendo que netbooks não são melhores em nada, tio Istive esqueceu-se dos milhões de usuários móveis que acreditam que, só com um browser na mão, fazem qualquer coisa, sem gastar os tubos ou temer pela segurança carregando por aí um gadget caríssimo.
O iPad não é um netbook, evidentemente, mas fica difícil eu chamá-lo de tablet. Afinal, o grande objetivo dos tablets sempre foi trazer uma relação mais humana entre homem e computador, simulando a interface que há, sei lá, 2 mil anos, mais nos parece natural ao manusear informações: o lápis e o papel. O iPad enterra essa idéia, o que sem dúvida nos faz concluir que temos uma nova categoria de produto no mercado.
Polêmica: quem é o público-alvo?
Fiquei muito empolgada nos dias de pré-anúncio do iPad, graças a uma entrevista que o Wall Street Journal fez com Steve Jobs. É sabido que temos um grande mercado a ser explorado no que se refere à dispositivos móveis com ferramentas educacionais e acadêmicas. Quando o chefão da Apple deixou a entender que sacudiria o mercado editorial como fez com o audiovisual, tive a certeza que algo grande viria. Não exatamente um grande hardware, mas um grande modelo de negócios. Isso explica a decisão da Amazon de abrir o SDK do Kindle para desenvolvedores na semana anterior. Mas o assunto eBooks explorarei aqui no blog amanhã, na continuação deste post.
Pelo iPad em si, qual seu público-alvo? Eu, pelo menos, sei que não sou. Não como usuária de desktop e smartphone, mas como usuária de Macbook e iPhone. Não tenho nenhuma lacuna de necessidade em termos de ferramenta, apenas sinto falta de mais versatilidade no iPhone. E, no que o iPhone deixa em aberto para mim, não é o iPad quem irá suprir. Infelizmente não me arrisco a especular mais em cima do iPhone OS, já que, no keynote de ontem, não foi dita uma vírgula sobre versões vindouras. Exceto talvez o wallpaper bonitinho do 3.2. Desenvolvedores já possuem a documentação do novo SDK, veremos o que eles podem nos dizer.
Mas é agora que vou discordar veementemente de toda a blogosfera incendiária que está detonando o o iPad. Sinto desapontá-los, mas o iPad é um excelente produto, e vai vender bastante. Enxergo nele um imenso potencial para a inclusão digital em idosos e pessoas com dificuldades em entender computadores. Durante todo o keynote, imaginei meu pai usando o iPad. E ao término da apresentação, decidi que compraria um tão logo saísse, para presenteá-lo.
Na minha família todos usam computadores no dia-a-dia — os graus de desenvoltura variam — mas todo mundo paga suas contas, se informa e se comunica pela web. Exceto meu pai. Quando o primeiro PC entrou em casa, ele optou por manter distância. E de fato, os faniquitos que minha mãe e meu irmão davam ao usar Windows 95 e 98, só o assustaram. Ele resolveu que PCs davam muito problema e demoravam demais a executar tarefas simples, preferindo ser fiel à sua Olivetti.
O tempo passou, eu e meu irmão não moramos mais com ele, e minha mãe foi abduzida ao mundo Mac (com algumas ressalvas) através de seu genro. Mas meu pai continuou um excluído. Nos últimos 2 anos, venho quebrando a cabeça tentando descobrir um jeito de trazê-lo ao mundo digital de forma indolor. Ele mesmo se deu conta disso, ao constatar que seus amigos não trocam mais cartas nem importam jornais e revistas dos EUA. Meu pai é culto, fala 3 línguas; a maior parte do que lê está em inglês ou alemão. E o que o vem deprimindo recentemente são suas dezenas de contatos no exterior, com quem vem perdendo contato por não aderir ao email. Bem, criamos uma conta para ele, mas não há mais ninguém por perto para ficar abrindo e imprimindo seu correio eletrônico…
PCs Windows nem pensar, é um sistema alienígena. Netbooks também não – meu pai jamais conseguiria ler ou digitar algo nele. Pensei em um laptop de tela bem grande e teclado ergonômico, mas Macs são caros demais considerando que ele só usará navegador e email. E Linux, quem dará suporte a ele? O iPad era exatamente o que eu desejava: um dispositivo de tamanho intermediário. Com OS móvel, muito simplificado, é de uso básico e não tem um visual assustador.
Espero sinceramente ter encontrado o dispositivo perfeito para idosos e crianças entrarem de forma mais natural no mundo da tecnologia móvel. O iPad não é um intermediário. É o primeiro. Acho que quando o iPad chegar às lojas, os nerds baixarão suas foices e entenderão o potencial verdadeiro.











Minha mãe não consegue atender meu iPhone quando toca. não consigo imaginá-la amiga de ipad.
Olá Bia parabéns novamente pelo novo blog e por este post que achei demais! Bom, diante de tantas outras opiniões, impressões e reviews que li sobre o ipad web afora, considerei sua opinião a mais flexível e justa a respeito do mais novo xodozinho da Apple. O ipad sem dúvida como disse, surge como um produto único, inovador e pode sim ser o casamento perfeito entre mobilidade e “utilidade damandada” rs…ou seja aquela que cada usuário irá demandar. Eu, como usuário desktop e de smatphones sinto até hoje grande carência de um produto que pudesse otimizar as apresentações de projetos em reuniões com meus clientes de maneira que “portatilmente” eu pudesse oferecer-lhes uma visualização digna de conteúdo multimídia para aprovação e discussão, e que ao mesmo tempo pudesse me manter conectado com meus contatos, acessar a internet, meus emails etc. Para essa necessidade particular já usei notebooks e netbooks mas apesar de oferecerem mobilidade demandam também às vezes um verdadeiro malabarismo quando precisamos ser breves para não tomar todo tempo do cliente. Smartphones são pequenos e desfavorecem a apresentação de imagens, layouts, vídeos etc. Pretendo com o ipad oferecer aos meus clientes uma nova maneira de aprovarem os projetos que contratam, acredito que será bastante produtivo e eu acolho de braços abertos o ipad. Quanto à desempenho e recursos acredito que serão o suficiente tanto para o meu caso quanto para os de muitas outras milhares de pessoas. Eu acredito no ipad!
Adriano,
Gostei muito do seu comentário. Penso exatamente como voce, cada um encontrará a melhor aplicação para este produto, que é versátil e interessante !
depois de ler os comentários, concordo que este aparelho encontrará seu lugar no mercado. Porém tem gente que viaja Chamando de revolucionario; que piada! O iPHONE sim foi revolucionário. Esse parece um iPHONE maior. Tem um outro que comentou que tem gente que não se preocupa com quantidade de memória, dando a entender que isso e coisa de nerd. Tio, acorda! Até minha vizinha que tem mais de 35 anos e mal sabe o que é Sistema Operacional, pergunta quanto meu pc tem de memória, HD, etc. .
Tenho quase certeza que o pai da Bia não pergunta quanto um PC tem de RAM e muitos estão no mesmo barco.
Existe um público que não entende/não quer entender de computadores. Pelo menos não os detalhes técnicos.
Bia…
Minha opinião e contribuição sobre o assunto.
http://www.edivaldobrito.com.br/?p=417
Bia, gostei muito do seu texto e da sua visão da utilidade do iPad para um público com aversão à tecnologia. Mas gostaria de sair em defesa dos blogueiros que, acredito, você esteja se referindo no artigo.
Esses caras, e os leitores deles (como eu), são entusiastas de tecnologia. E, cá pra nós, um produto fabricado por uma empresa de ponta que não é multitarefa, não tem câmera, não suporta flash e exige que a gente use adaptadores para USB e SD card, em pleno 2010, é de lascar, não é?
Abraços,
Leo
Leo, para os entusiastas de tecnologia, já há opções ultra-mega-boga-hi-tech, de sobra. Eu não preciso de mais um gadget na bolsa. Para quem o iPad não servir, é simples: basta não comprar! Abraços.
Concordo, mas e quando seu pai quiser imprimir o e-mail dele? tome adaptadores, é realmente lamentável isso.
Olá Bia, parabéns pelo post!
Acredito que a Apple tenha lançado novamente um produto inovador, mesmo deixando algumas lacunas que incomodam algumas pessoas. Porém tenho que lembrar que estas incomodam mais as pessoas que não são necessariamente o principal público alvo do produto.
Existem ainda alguns que não acreditam que o iPad incomodará outros como Kindle ou Nook, simplesmente pelo fato deste não ter uma tela adequada para leitura sob a luz do sol, ledo engano em minha opnião, pois afinal de contas quem vai ficar usando um iPad na praia ou no meio da rua…
Oi Wainer, concordo que poucas pessoas usaram o iPad na praia ou no meio da rua (pode ter certeza que vai achar gente fazendo isso), mas mesmo dentro de casa, a tela brilhante do LCD cansa muito mais a vista. Para aqueles que leêm livro ou longos textos ainda irão preferir opções com e-ink como o Kindle ou Nook.
Gostei do post, muito bom….. eu achoq as pessoas estao confundindo o iPad com um iPhone grande. Querem por ele falar, fotografar etc. Pessoal, é uma table! Acho q como vc disse, garota-sem-fio (hehehe parece coisa de Harry Potter, aquela-que-nao-pode-ser-nomeada!), faltou mais destaque na possibilidade de escrita. Acho q a hype do produto focou em outros pontos e nao no seu principal.
Na verdade, nesse caso específico do e-mail, apesar de não ter multi-tarefa, o iPhone OS te avisaria. Você poderia estar assistindo um seriado e ouviria o aviso sonoro lhe dizendo que um novo e-mail chegou (se assim escolher nas configurações do aparelho). Mas o multi-tarefa do iPhone Os não vai muito além desse caso do e-mail e de ouvir músicas enquanto se faz qualquer outra coisa…
Uma pena. É um grande aparelho e poderia ser o top dos aparelhos.
Parabéns, Bia! You’ve got it!
O Alex Paine tem uma opinião bem parecida com a sua:
“The tragedy of the iPad is that it truly seems to offer a better model of computing for many people – perhaps the majority of people. Gone are the confusing concepts and metaphors of the last thirty years of computing. Gone is the ability to endlessly tweak and twiddle towards no particular gain. The iPad is simple, straightforward, maintenance-free; everything that’s been proven with the success of the iPhone, but more so.”
Vale a pena dar uma lida no post dele sobre o iPad:
http://bit.ly/d2GN4T
Muito bom ver algumas cabeças sensatas de vê em quando. Nossa blogosfera, e até nossa mídia “especializada” em tecnologia, são muito infantis e superficiais.
Obrigado!
Ops! “… de VEZ em quando”. rs
Concordo plenamente com você, o iPad tem um publico que a maioria dos que o detonam nem se lembra, seria perfeito pra minha mãe que tem um netbook que a toda hora que aparece uma janela me chama pra ver!
Como ela usa pouco (o liga a cada 2 semanas no maximo) sempre aparece algum programa querendo atualizar e isso me tira do serio, ela só precisa de algo pra ler os jornais on-line, os e-mails e conversar com as amigas no MSN.
Se não fosse pelo fator brasil (100% de impostos :p) eu compraria um iPad (o mais simples/barato pra ela) e não teria mais irritação com o Windows do netbook!
Vamos descobrir… ele gosta do meu iPhone por causa das teclas e fontes grandes. Torça por mim
Com certeza ele irá gostar, tenho uma experiência com o meu iPhone e com a minha avó (Matriarca da familia) que é bem interessante. Ela adora pegar as receitas pela internet usando o iPhone e não utiliza o computador de casa ou o notebook. Enfim, Jobs sempre será um visionário. Ahhh! Também não adianta comparar com o Newton, uma coisa não tem nada haver com a outra!
Opa, André! Agora você entrou num ponto que muito me interessa! Um dos motivos de eu ter deixando a Odontologia com 50% do meu tempo, começando um empreendmento com mobilidade, é minha intenção de criar uma ONG que promova inclusão digital de idosos e portadores de deficiência.
Já estou há algum tempo em contato com várias entidades, que sofrem por não saberem onde ou como colocar um terminalzinho desktop e banda larga no local. Além disso, há limitações físicas bem evidentes nesses usuários. Um tabletzinho passando de mão em mão é MUITO mais prático e amigável que um desktop convencional.
Tenho histórias tocantes sobre internet e 3a idade, que estou rascunhando em meu livro, como idosos que venceram a depressão e o “cansaço da vida” voltando a ter contato com parentes distantes, fazendo novos amigos, criando comunidades em torno de uma meta comum, baseados em seus valores.
Verdade que a Apple é elitista, seus produtos são caros. Mas ela é criadora de tendências. Quer apostar quanto que a indústria logo vai criar versões mais baratas desse novo produto? Com software livre, talvez? Eu sou otimista! Vamos ver!
Gostei desta idéia de uma ong. Se quiser, posso ajudar…
Francisco, como falei com o André acima, acho que um computador desse tipo com o futuro Chrome tem muito potencial. Vamos aguardar a tendência amadurecer, afinal, o iPad acabou de ser mostrado e tá todo mundo ainda sob efeito “novidade no pedaço”. Abraços!
Não sei se alguém aqui falou, mas eu tenho também uma idéia de uso pra esse dispositivo: como Dashboard em carros. Imagine: você pode usá-lo como player de musica e tudo mais (como usamos alguns fones hoje em dia, vide N95 e N97) e ainda tem a vantagem de ser um completo browser de internet com direito a instalar apps do iTunesApp e, talvez com um GPS bluetooth para uma boa recepção, se tornar “Tomtom” perfeito para um carro.
[...] http://www.garotasemfio.com.br/blog/2010/01/28/uma-opiniao-diferente-sobre-o-ipad/ http://www.dell.com/tablet Share and Enjoy: [...]
O Xandros é um que eu gosto, Luiz. Não à toa que ele foi bem aceito entre o público do Eee, que aliás, é de iniciantes com computadores também. Abraços sem fio!
Oi, Bia e se ele experimentasse o Ubuntu Remix, estou testando com algumas pessoas que eram aversas a tecnologia e aparentemente está dando certo.
Marco, mas dá para segurar, aproximar e afastar da vista, conforme se deseja? Netbooks são desajeitados, exigem mesa para apoiar, etc.
Existem netbooks com tela de toque que giram e viram tablet, da Asus e da Lenovo, na mesma faixa de preço do iPad mais barato ($500 a $600) e praticamente o mesmo peso, tamanho e espessura – e com melhores processadores, HDs, 3G embutido, o sistema operacional que vc quiser, multitasking, suporte a Flash etc., tudo que o iPad NÃO tem.
O problema do iPad é que há tablets melhores para quem não quer netbooks; há netbooks bem mais potentes do mesmo tamanho; e há netbooks-que-viram-tablets para quem quer os dois, e com TUDO melhor.
Vai ser um sucesso em termos de vendas, mas uma fração pequena do que o iPod e o iPhone representaram. Na mesma faixa de um, digamos, MacBook Air. Não vai substituir nem matar nada como o iPod em relação aos outros MP3 players, por exemplo.
Pedro, não chego a achá-lo revolucionário, acho que é cedo demais. o produto mal deu as caras. Mas há potencial. Lembra do 1o iPhone, em 2007, com o OS 1.0? Eu não dei a mínima pelota pra ele. Acho que só a 2a geração trouxe maior diferencial.
Windows também não é alienígena para mim. Mas muita gente tem dificuldades. Aliás, acho que 90% dos usuários…
Nossa, essa foi uma estimativa tão grossa que é difícil de ler. Se 9 em cada 10 usuários tem dificuldade, Windows dominar o mercado é um milagre.
Ah! E quero ver gente que não gosta de tecnologia mexendo numa tela touchscreen gigante. Se com o iPhone eu já canso de achar gente que tem medo de encostar no aparelho, eu imagino num iPad…
Eu leio PDFs destravados no Kindle. O Sony Reader também. São boas opções para quem quer ler pra valer. Ao contrário de tablets com luz e pixels, eInk é o que mais se aproxima do conforto do papel com tinta. Falarei mais disso no blog, acompanhem!
Eu tenho plena convicção de que a HP não vai deixar passar batido o fato de o nome do iPad ser muito parecido com o nome do iPaq…
Sou um dos pouco que fizeram “engenharia reversa” de sistema. Era Macmaníaco a agora tenho um PC turbinado que eu mesmo montei. Sou fã de aparelhos como a maioria por aqui. Claro que quando eu ví o iPad achei legal mas não revolucionário. Aprendi, com o tempo , a “pegar leve” com a apple porque é viciante. Adorei sua análise pois não tinha percebido essa janela que você colocou. Claro! Meu pai, pessoa inteligente (modéstia às favas), que se esforça na frente do windows nosso de cada dia e ainda não sabe onde gravou a foto que acabou de receber por MSN, será um grande usuário, mas fica a pergunta, porque raios a Apple não pegou o Air e fez com ele o sua pad dando uma geral no sistema, como faz a HTC no WinMo?
Aliás acredito realmente que agora irão surgir esses gadgets imitação feitas pela propria HTC (entre outras) que serão de fácil utilização. Assim espero.
Só após um review mesmo, para dizer se o Ipad é bom ou ruim.
Uma coisa é certeza, Tio Istive não é nenhum pouco bobo… #fikdik
Oi Bia!
Ainda não tive tempo de assistir com calma o keynote e “hands-on” que estão pipocando pela internet, mas assim que vi as dimennsões do iPad e algumas de suas funcionalidades percebi que, para mim, ele seria um dispositivo perfeito para uso de GTD, mindmaps e croquis e etc.
Acho que o iPad, com os programas certos (algo como o OmniFocus, X-mind, Evernote e que tenha reconhecimento de escrita) iriam substituir por completo o caderno que sou obrigado a levar para cima e para baixo.
O que vc acha?
Parabéns pelo blog!
Parabéns pelo post Bia!
Adoro ver os seus comentários sobre o universo da Apple, uma vez que são isentos da paixão dos Macmaníacos e do desprezo dos usuários de outras plataformas. Seu Blog é a minha grande referencia, continue com seu excelente trabalho!
Abraços do seu leitor diário!
Revolucionário…huahauhauahauhaua
Só se for na china, que eles tem dinheiro para gastar com todas as porcar…ops gadgets lançados no mundo.
Vai lá compra um, compra uma mochila nova e sai mostrando para seus amigos todos os seus brinquedos, 2 smartphone, uma notebook, um netbook, um ipod, um Ipad, um psp, um kindle e seus discman para falar que é vanguardista.
Nem vai precisar gastar seu tempo em academia carregando isso tudo.
Sinto cheiro de gente que acende o fogão batendo uma pedra na outra. kkk
Sinto cheiro de fruta…será uma Ipod, um Iphone, um Ipad…Mas não é cheiro de maçã e sim de pêra.
aaahhhhh
É a paulete.
Desculpe pelo comentário ácido Bia, mas eu não consegui deixar de responder.
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Esse foi o melhor comentário do blog
O Problema do Archos 5 é que a tela é menor. A diferença para um Smartphone não é tão grande assim.
Se a Archos tivesse uma versão do Archos 9, que roda Win7, com Android, seria uma possibilidade.
Mas ainda assim, em termos de interface, o iPad é muito bem resolvido. (A dos programas incluidos, a do sistema me dá a impressão de estar “por fazer”)
Não concordo com o que a autora escreveu.
Antes de mais nada, e que sejamos bastantes reflexivos e honestos, quem mudou o mundo da informática foi o Bill Gates, por mais que eu o odeie, é uma realidade incontestável. Francamente, o Steve não vai mudar o mundo, e não mesmo… Forte candidato para isso continua sendo o Google.
Em termos práticos, o iPhone, para mim, está sendo ainda APENAS um produto de status, uma vez que não se consegue ter compatibilidade com os mesmos softs fabricados para todos os demais outros celulares existentes. Até com o computador esse camarada dá um show problemas. Francamente, não vejo futuro do iPad para 99,9% dos idosos do mundo, que estão querendo é descansar e se divertir (merecidamente), e para isso irão aos clubes, às praias e etc. O que dizer então dos idosos do Brasil, que não tiveram contato com a tecnologia como nós? Se duvida, pergunte para a maioria dos idosos desconhecidos.
Agora, a comparação é completamente equivocada sobre o iPad com Netbooks, pois possuem alvos diferentes.
Ah, um detalhe que de cara me faria jogar o iPad no lixo sem pestanejar: não é multitarefa… ou seja, enquanto estou na estrada, lendo um livro, não conseguirei ouvir uma música como eu faço com um Android, ou com um Symbian como o N73, ou com um MP7 xingling… Em outras palavras, é um básico primordial inexistente no iPad que com certeza não servirá como ingresso pro Steve mudar o mundo.
Concordo em gênero, número e grau.
Além de tudo o que vc disse, tb acho que o iPhone é apenas um aparelhinho pra vc mostrar status. Nada mais.
Eu discordo do ponto onde você falou que e o IPad é o primeiro, veja os lançamentos da CES, o tablet da HP com windows 7 é muito melhor, assim com existem outros, mas esse é Apple né? tem o campo da distorção da realidade do tio Steve.
O sistema operacional ideal para os mortais comuns é aquele em que você pergunta para o usuário “qual sistema operacional seu computador roda?” e ele responde “heim?”
Lindo Bia, Simplesmente Lindo! Vou twittar isso agora!
Meio empresarial? um sistema que vc nao pode abrir e-mail e o browser ao mesmo tempo?
Prezado Leonardo pense nos aplicativos que poderão ser desenvolvidos para este segmento. Eu já conheço algumas aplicações interessantes para a medicina
Bia, sou professor de terapia ocupacional da UFRJ e percebi o pontencial inclusivo do IPAD logo no início do keynote do Jobs. Parece um gadget eficiente para comunicação alternativa. Parece ter problemas de hardware, mas isto pode mudar nas próximas versões. Queria ver o IPAD em ação com softwares de comunicação alternativa e tb na inclusão digital de idosos e para idosos com demência.
só uma coisa… É realidade o que o ClausBH falou que o IPAD não é multitarefa?
Estive lendo vários reviews e o seu foi sincero, acho que os blogueiros e sites de tecnologia em geral estão mesmo se comportando como torcedores fanáticos e se eles não veem aplicação com o aparelho acham que ninguém verá. Parabéns, eu ia comprar um kindle, mas acho que vou mudar de idéia.
Espero que seu pai não queira acessar o Youtube nem ouvir música enquanto navega na internet, porque o iPad não tem Flash e só roda uma aplicação de cada vez. Ainda bem que estamos em 2010!
Meus parabéns pelo post.
Sua linha de raciocínio foi exemplar e bastante satisfatória, pelo menos para mim. Acredito que, a Apple (Steve Jobs) tenha os seus motivos para incluir e excluir funções, ítens e apetrechos, no iPad.
Com toda certeza, esta foi a melhor comparação para este acontecimento: “Aí, tio Istive mostra no palco seu iPod touch gigante… e todo reles blogueiro se transforma em doutor em engenharia, dizendo como deveria ter sido feito. Parecem os 200 milhões de técnicos de futebol que temos no Brasil, não?”.
Perfeito, não poderia ser melhor. É claro que existe o direito de ir e vir de cada um e como já diz o ditado: “cada cabeça é um mundo”.
Porém, eu ainda assim prefiro estar a favor do iPad. E mesmo que muitos venham me dizer ou afirmar que o table não “reflete a visão da Apple”, eu estarei com o meu em mãos, assim que lançar.
Forte abraço,
Vitor Britto.
Bia,
Apesar do hype eu entendo que essa utilidade que voce percebem para o iPad é interessante.
Mas na minha casa mesmo eu instalei o Ubuntu Netbook Remix no notebook da minha mãe, e tem uns 3 a 4 meses que ela não me pede pra arrumar nada no computador.
E não precisei fazer nenhum truque, reconheceu pendrive, camera, celular, etc.
Resolvi meu problema com um notebook antigo e um sistema simples.
Acredito que o iPad vai atacar nessa lacuna, um sistema simples e funcional em um hardware homologado. Nada de instalar dispositivos externos para gerar instabilidade, nada de instalar aplicativos “por fora” para gerar conflitos, e por aí vai.
Mais uma opinião respeitada na comunidade de desenvolvedores, que concorda com a Bia:
http://iphonedevelopment.blogspot.com/2010/01/failure-to-think-different.html
Bia, pela primeira vez, direi, da maneira mais educada possível: “você viajou”. Vai vender sim, aos baldes talvez. Não, não é um tablet. E não, não servirá para crianças e bla bla bla… O TROÇO É ABSUUUUUUUUUUUUUUUUURDO de caro!!!!!!!!!
Sou uma das pessoas que reprovaram (e se decepcionaram) com iPad.
Reprovo iPad (antes mesmo de ver um) pelo mesmo motivo que as tablets nunca realmente vingarão: Toque na tela. Não enumerarei todos os motivos aqui mas simplesmente não acho isso revolucionário a ponto de facilitar a vida de um usuário hardcore ou que levará uma inclusão digital em massa até porque nada nos softwares de toque são realmente criados para toque. São apenas adaptados. Fora que também considero uma tecnologia que será canibalizada -considero o projeto Natal do tio Gates um sério candidato a derrubar a tela de toque.
Minha decepção ficou por conta de que eu imaginava algo que ficasse entre o pc/notebook e Wacom Cintiq. Claro que sempre considerei a idéia de que poderia ser um super iPhone. Mas, esperanças…
Bia… sem flash, sem multitarefa e só podendo instalar programas com autorização da Apple… Poxa, não vai ser possível ler tweets e baixar alguma coisa em segundo plano, por exemplo?
Grande Bia,
Adorei o post, como de costume… eu já estava me sentindo “abandonado” no meio dessa montanha de críticas mal fundamentadas que tenho lido sobre o IPAD. Claro que o aparelho possui limitações, assim como o Iphone e até mesmo os ipods (lembra? “OH… Que absurdo… esse “mp3″ não tem nem rádio FM?), mas certamente ele será um sucesso comercial e será extraordinário naquilo que ele se propõe a fazer, que não é ser tablet tradicional e muito menos netbook. Recentemente eu comprei um desses porta-retratos digitais com wifi e que acessa online meus albuns do flickr e picasa. A primeira coisa que vi no IPAD foi esse porta-retratos só que mil vezes melhorado. Tenho certeza que para outros tipos de finalidade ele será bem útil. Já li em um blog que ele possuia determinadas vantagens sobre o kindle (Será?) como leitor de e-books…. bem.. quem viver verá. No mais, parabéns por mais este comentário cheio de personalidade.
Meu pai também, até hoje, não se interessou por desktops ou notebooks. Mantém distância também. Recentemente comprei um Nokia N810 e ele se interessou bastante, pegou, brincou um pouquinho mas a tela pequena não o convenceu. Realmente o iPad seria perfeito pra ele mas acho que o preço será alto demais pra nós brasileiros.
Bia, vai uma dica. Leva o seu pai em uma das lojas da Apple em NYC. Tem um curso lá para as pessoas com idade um pouco mais avançada. Ensinam tudo de uma forma especial e legal. No dia que tive lá, fiquei com a boca aberta; pois tinha mais pessoas idosas. Fiquei vendo que, o curso é bem interativo com a mente daquelas pessoas mais “lentas” para informática.
Mauricio,
Há também muito vídeos muito interessantes para os aplicativos do iLife e outros no próprio site da apple. Alguns podem ser baixados para assistir no iPhone. Assim, nem é preciso ir a uma loja da apple para aprender a utilizar os produtos da apple.
Obs.: Tudo em inglês, infelizmente, mas é possível para quem tem conhecimentos intermediários da língua.
Pra mim ele serviria como um PMP gigante. Usaria pra assistir meus seriados, navegar em casa com mais facilidade e comodidade, deitado na cama, e também jogaria nele. Eu vejo futuro nele.
Diego, caso PMP signifique Portable Media Player, tenho minhas dúvidas se vai vingar, pelo menos no que diz respeito a vídeo. Eu uso um tablet PC (desses que ao girarmos a tela temos uma “prancheta”) há quase 3 anos e apenas assisti seriados em modo tablet umas 2 ou 3 vezes, nas primeiras semanas que tive acesso ao aparelho. O problema é que meio desconfortável ficar segurando o aparelho com a duas mãos durante todo o episódio (para filme, eu nem tentei). Assim, acabo sempre usando no formato notebook mesmo, seja no colo ou na mesinha do avião. É claro que essa questão de conforto é bem pessoal, mas essa tem sido minha experiência.
Abraços,
Leo
Quando vi o lançamento, a primeira coisa que pensei TAMBÉM foi: Oba, finalmente minha avó vai poder ver fotos digitais com facilidade!
Ok, bastante esclarecedor o seu post, mas… de boa mesmo? Um gadget como ele, teria que ter, pelo menos, multitarefa. Pelo menos. Sem câmera, ok… Adaptadores pra USB? Bom, um tanto estúpido, mas vai… Mas não ter multitarefa? Ahh, me desculpe…
Sensacional o post.
Eu vejo o iPad como a deliciosa sensação de poder tocar (literalmente) 90% do que consumo através do macbook.
Mais fácil, prático e objetivo e com a mobilidade em outro nível, passando de mão em mão. Que legal ao falar pra alguem “olha isso aqui” entregar o iPad ao invés de simplesmente chamar pra ver na tela do laptop/PC.
Eu quero!
Foi o melhor texto que li sobre o iPad.
Não sei como as pessoas podem decretar que o iPad é o pior ou é o melhor gadget da história, pois simplesmente ele ainda não ‘existe’ no dia-a-dia.
Certamente, ele é diferente, vai ter seu nicho no mercado e vai ter mil posibilidades de uso. Temos que aguardar!
Também, estou empelhado em trazer minha vó para o mundo digital. Assim como seu pai, minha vó e uma pessoal culta e ativa. Mas, vem perdendo a conexão com o mundo, não gosta mais dos programas da TV, já sente dificuldades de ler um jornal e/ou um livro – embora NUNCA vai admitir isso – e sai pouco de casa.
Acho que o iPad, séria um gadget cômodo, amigável e fácil dela lidar.
Reclamam do gadget por não ter uma câmera, pergunto: como poderia ter?
Reclamam de não ter usb, pergunto: vai fazer falta? a tendência não é colocar tudo nas nuvens?
Reclamam de não ser multitarefa, pergunto: será que, realmente, temos que fazer tudo ao mesmo tempo?
Bom, seu artigo foi objetivo, sem ‘paixão’e, ao mesmo tempo, sensível.
ótimo!
: )
Leo, eu sou dos que reclamou da falta de câmera. Mas não de uma câmera para tirar fotos (até porque, o tamanho do iPad não é para isso) mas sim para videoconferência. Concorda comigo que uma camerazinha frontal cairia muito bem?
Sobre USB, é uma questão de padronização. Não vejo porquê, do ponto de vista técnico, eu ter que usar um adaptador para conectar um teclado externo, um pendrive ou um fone de ouvido. Pensando como consumidor, me sinto desconfortável com uma empresa que quer me “prender” a ela através de soluções proprietárias quando e onde há uma profusão de padrões disponíveis.
E, pessoalmente, a falta de multitarefa é o suficiente para eu desistir de comprar um produto desse tipo.
Abraços,
Leo
Cnet video: http://migreme.net/148
Deixou a desejar esse IPad!
Assim como fizeram com o primeiro IPhone, demoram muito para aperfeiçoar questões simples e possíveis, como a questão do MMS, de uma câmera ao menos razoável, etc… E tudo isso só acabaram implantando na 3ª geração do IPhone. Isso dá respaldo a indignação do público sobre o IPad.
A questão é, porque essa demora se já pode fazer de primeira???
Sou mais esse aqui: http://gizmodo.com/5442200/hps-windows-7-slate-device-revealed-by-steve-ballmer
Excelente análise! O iPad vai vender horrores porque seu pai conseguirá usá-lo. Palmas.
Boa noite!
Rápido e rasteiro,realmente aprendi algo agora!
Temos primeiro se amores por marcas e etc…
Entender a que e a quem se destina o produto,
e não ficar fazendo comparações com esse ou
aquele! Muito boa tua visão Bia e responsável!
Nota 10!
Bia parabens pelo seu post, mostrou um angulo de visão que poucos enxergam. Porém não querendo ser pessimista, mas o grande criador de dor de cabeça para muitos não será o iPad. Será o iTunes. Até agora todo mundo tem reclamado do iPad por varios pontos, e não vi ninguem falando sobre isso. Se utilizarem só para e-mails e internet provavelmente vai ser o aparelho perfeito (ou quase, por conta do teclado virtual não muito otimizado para esse formato, por enquanto) mas ao conectar no Mac/Pc terminará com esse mundo de facilidades. Não sei se vc concorda, mas o iTunes é pesado, trava muito e não é muito intuitivo, mesmo para hard users.
Cara, já falei isso aqui no blog da Bia mas não resisti a comentar de novo: O iTunes é pior software que já usei na minha vida.
[...] Fontes do artigo: http://www.garotasemfio.com.br/blog/2010/01/28/uma-opiniao-diferente-sobre-o-ipad/ http://www.omelete.com.br/quad/100024877/Industria_de_quadrinhos_reage_ao_iPad___e_Marvel_se_sente_prejudicada.aspx http://www.meiobit.com/ http://www.gizmodo.com.br/conteudo/adobe-fala-sobre-falta-de-flash-no-ipad http://www.engadget.com/2010/01/28/adobe-on-flash-and-the-ipad-apple-is-continuing-to-impose-rest/ Autor: luisnassif – Categoria(s): Internet Tags: adobe, iPad [...]
Conversor de e-books: http://calibre-ebook.com
Sem dúvida é um equipamento fantástico. No meu ver é uma tendência da tecnologia caminhar para a praticidade, comodidade e facilidade.
Sobre Tablet e congêneres…
Ao comprar um Palm Tx eu tinha em mente um uso alternativo ao desktop e ao notebook: acessar a internet, ler e-books e pdf com a leveza que o citado dispositivo me oferecia. É claro que havia algumas restrições ao navegar pela web, contudo, no geral, a navegador nativo dava conta do recado muito bem, proporcionando textos facilmente ligíveis. Daí, apareceu o tablet da Nokia, N810, comprei-o. Frustei-me, apesar de moderno (se comparado com o Palm Tx) o N810 não atendeu às minhas necessidades de leitura, tudo fica (ao meu gosto) pequeno.
Então, fiquei imaginando por algo que fosse um pouco melhor que e-readers: um pouco maior, com acesso à internet via wi-fi, enfim, um Palm Tx melhorado.
Daí apareceu, depois de algumas propostas, o Ipad: um sonho a se realizar? É o que parece.
Cada pessoa possui interesses e, por isso, deveria ser sensata ao fazer comparações. Há quem reclame do tamanho: “não cabe no bolso”.
O iPad não é um pocket pc. Se quer um, que compre um Zire, Palm top ou smartfone.
Outros reclamam que “não servem para o trabalho como um notebook”. Então que continue com o seu notebook. Por isso, não acho justo reclamarem do tamanho. É como roupa, cada um que procure ajustar ao seu biotipo…
Salvo as deficiências no projeto do iPad, a proposta de ser um dispositivo na escala, nem grande demais e nem pequeno demais, é algo que faz do iPad (e os futoros clones) algo promissor.
O Jobs copiou a ideia do Ipad desse cara: http://www.youtube.com/watch?v=gvCo6-KhZT4.
O vídeo foi postado em junho de 2009.
O Ipad pode sim conquistar seu lugar. Steve Jobs teve uma sacada de mestre. Vai vender muito, tanto pela confiança que a Apple possui em termos de produtos, quanto pelo fato de ser grife, objeto de consumo e status. Agora se formos falar de inclusão, contaremos que será um produto caro para os brasileiros, em relação aos similares ou até a produtos que poderiam desempenhar maiores funções pelo mesmo preço. Se falarmos de tecnologia, é bom para o básico, mas deixa a desejar. A tacada de mestre será quando, após ter vendido muito a primeira versão, lançar melhorias para um Ipad2 ou similar. Vai vender mais ainda. Assim movimenta-se o mercado. Quanto a inclusão de idosos, não temos um critério para avaliar a resistência ao usar um Ipad, do mesmo modo que um Netbook ou PC. Na medida que temos um sistema operacional fácil de usar e extremamente customizado para atender aquele idoso (ou qualquer outra pessoa), não faz diferença um netbook, pc, tablet ou macbook. A resistência pode ser vencida com qualquer um desses, desde que apresentadas as possibilidades, ainda que simplificadas para o tipo de usuário. Para isso é necessário um suporte básico, uma personalização do sistema operacional às necessidades da pessoa. E felizmente hoje podemos contar com soluções muito boas, como algumas distribuições linux totalmente customizáveis. Temos praticidade e facilidade em diversas distribuições, livrando-nos das ‘algemas’ da Apple e dos bugs do Windows. No exemplo, o mesmo argumento que pode trazer seu pai para o Ipad, pode afastá-lo se por acaso ele não se adaptar a tela sensível ao toque ou se a medida que aprenda, queira ‘fazer duas coisas ao mesmo tempo’ (por que não?) Isso são escolhas pessoais, mas se o objetivo é aprender, e se eu posso aprender mais com mais possibilidades, com mais liberdade para escolher, por que não? O movimento indo do simples ao mais sofisticado. Resumindo, preferiria para meu pai, minha avó, meus idosos e meus brasileiros, um tablet/pc/netbook que pudesse ser customizável, que utilizasse o mais moderno em termos de tecnologia e livre das amarras de empresas que podem sim estar preocupadas com o usuário, mas com o intuito de lucrar infinitamente. Customizável, moderno e livre já existe: chama-se gnu/linux. Para os note/net temos “os” ubuntus, linux mint e o xandros (que você mencionou), entre outros, e para os ‘gadgets’ temos o android. Um abraço
Eu tenho um iphone e um itouch… depois que passei a usa-los, gosto tanto da interface amigável que sempre sonhei com um iphone de Itu… digo, ipad para substituir meus desktop e laptop….. mas o Ipad… não fez isso ainda. Falar a verdade eu esperava um macbook sem teclado… mas quem sabe daqui a 1 ano eu terei o que eu quero, disponível no mercado.
Olá Bia,
Como sempre, opiniões moderadas, objetivas e bem articuladas. Parabéns! Realmente é um respiro a tanta asneira dita e escrita por aí.
Quando comentamos isso em nosso podcast (PodCafé) chamamos a atenção que o produto tecnologicamente não tinha avanço nenhum. Não havia revolução nenhuma, nem mesmo no software, pois usa o iPhone OS.
Mas a revolução foi no conceito, na maneira como as pessoas lidarão com a tecnologia. Isso bate com seu raciocínio, com o iPad, seu pai ganhou uma nova chance com a tecnologia. Isso é louvável.
As pessoas podem discorrer em listas intermináveis de recursos tecnológicos (câmera, 3G, leitor de SD etc.), mas nenhum netbook ou notebook ou qualquer outra coisa oferecerá ao seu pai, ao meu pai, o que o iPad pode oferecer, acesso ao mundo digital e em rede de maneira a não assustar.
Por isso que o título do nosso episódio sobre iPad é “Revolução do Downgrade”. A revolução não está na tecnologia em si, mas proporcionar uma experiência agradável a algumas pessoas não familiares com ela.
Abraços!
Parem de dizer que o iPad é um “Kindle-killer”. Nunca será. LCD/luminoso jamais vai competir com E-ink. JAMAIS.
O Kindle usa a luz ambiente (E-ink). O iPad gera sua própria luz (de fundo). Quem em sã consciência usaria um iPad para leitura? Só um louco que quer ficar cego antes dos 40 anos.
É cada uma que ouço…. mas é aquela coisa: vivemos sob a liberdade de expressão. Para o bem ou para o mal, hahahahahahahaaha.
Amigão, somente porque você não quer um destes torce pelo fracasso de tal equipamento? Cuidado, porque isto “está me cheirando a inveja” e, geralmente este sentimento não leva a lugar algum e quem o tem acaba recebendo de volta o que deseja, não por qualquer ordem dívinas, mas por incitar o cérebro a isto, já que alguns sentimentos são mais fortes para nossa mente que outros.
Mude seu modo de pensar e sucesso!
comprei um netbook em dezembro, pensei em usá-lo nas ferias de fim de ano, acabei levando meu notebook antigo. meu acer AO250 tá encostado, novinho e sem uso; acho q eu deveria ter esperado e comprado um iPad desses. Sinceramente apesar de bonitinho não vi muita vantagem no netbook, minha história comeles se resume em: comprei, não usei e to tentando vender, rsrsrs. melhoras bia.
Sim dá pra falar no Skype. Assim como dá pra falar no Skype PERFEITAMENTE no iphone. Funciona excelente vale ressaltar. Vc só não vai poder ainda fazer conferencia, mas o Ipad Aceita sim cameras externas, pela entrada de 30 pinos na sua base. Será acessório. Certamente o ipad tem saida de Fone.
Pode morrer torcendo. Me cita algum fracassos retumbantes da Apple ? Poucos né ? Não vale dizer que iphone é limitado, pq nada que tenha 250 milhões de usuários pode ser citado como fracasso…
Se não quer basta não comprar, vc não é obrigado, mas se deu raiva é pq deu vontade de ter, mas não quer dar o braço a torcer. kkk
Não entendo. Seu argumento para falar que o iPhone é bom é o mesmo que todos fãs de Windows usam. Quem diria, né?
Porém, concordo contigo numa coisa. Realmente a Microsoft nunca vai lançar algo “descente”, até porque ela não faz elevadores e nem rampas…
A Microsoft nunca vai lançar nada descente baseado em Windows. As pessoas tem que entender que windows é ruim. Isso não muda se é bonitinho ou feio. Pelo contrário, quanto mais feio menos pau e mais leve ele funciona. kkk. Enquanto a M$Soft não fizer hardware unico e software especifico PRO hardware especifico, sempre será fail.
Vou Repetir…Não adianta NADA NEtBook ter tela de 10Polegadas se ele roda WINDOWS. Windows não sabe onde está rodando, ele não sabe que seu Netbook tem 10 polegadas ou 30 polegadas ou se tá rodando numa plasma de 50 POlegadas. Por isso nunca vai ser a mesma experiencia de usar um sistema FEITO pra um HARDWARE especifico, como o IPad. Esqueçam isso. Vc pode aumentar fonte, e vai destruir a interface, o layout, vai passar raiva, vai ficar um lixo, confuso, com icones desengonçados e gigantes.
A diferença é IPAD é soma de Hard e Software, NENHUM NETBOOK tem um windows FEITO pra NetBook. A Assus tem uma distribuição do LInux pra EeePC, mas Linux não é pra seres humanos ainda. Infelizmente.
Então não existe comparação nem proxima nem LONGINGUA de Nenhum Netbook do mundo com o Ipad, pq só o fato de usar um sistema proprio já faz dele um produto COMPLETAMENTE diferente.
Visionária. Ve oportunidade onde os outros vêem problemas.
Tinha que ver ela falando que o iPhone não era nada demais, realmente visionária hahahahah…
O sucesso do iPhone só se seguiu depois do OS 2.0 quando surgiu a AppStore. O primeiro iPhone não era nada mesmo, o próprio Steve Jobs entendeu que aquele conceito de “web apps” que ele inventou era furada.
É edatamete este erro que vc cometeu, que muitos também cometem. O iPad não veio para substituir seu robusto MacPro ou super PC que usa para programar. Ele veio para preencher uma lacuna, pequena concordo, entre iPhone (ou nexus one) e um laptop. Concordo com a Bia qnd diz que entre Macbook e iPhone não há espaço, eutambem acho que não há.
Mas as vezes sinto falta da facilidade de navegação do iPhone no meu mac, tal como também sinto os recursos limitados do iPhone fora da navegação.
Então vc não tem que procurar como digitar 4h ou 2.000 linhas de código neste aparelho, vc não irá encontrar a resposta fazendo esta pergunta. Talvez seja melhor vc mudar o foco, refazer a pergunta. Navegar com ele no sofá, ler email e eventualembte digital alguns (como estou fazendo agora no iPhone) deve ser interessante, até mesmo ler livro num conteúdo adaptado ao dispositivo. Enfim ele é para entreter, navegar, ouvir musicas, editar e brincar com fotos.
Acho que setá um bom presente pois percebo nitidamente que os dispositivos hoje, mesmo que seja um simples celular, não visam os idosos que as vezes não exergam direito ou não gostam de relas escuras e pequenas. Me lembro qnd fui comprar celular Nokia para meu avô, demoramos mas encontramos um que os números ficavam enrimes e a tela tinha retroiluminação branca(logo que apareceram as telas coloridas). Mas não é fácil e se eles (idosos) não gostam excluem mesmo e acabm ficando as margens das coisas por não sr adotarem as ferramentas. Mas é por isso que a marca Lexus nos EUA vende e muito seis SUV’s pois eles fazem os pilotos de teste vestirem roupas e coletes que “engessem” seus movimentos para mostrar e eles sentirem a dificuldade que um idoso pode ter ao sair do carro ou abrir a porta quenao abre 90 graus.
Gostei da opinião diferente da nossa querida Bia, porém como o próprio título já denuncia é uma visão diferente e particular do produto.
Sou um usuário ativo do iPhone, tenho aplicativos comprados, vídeos e músicas também comprados, além dos meus próprios. Tenho muitas fotos, calendário e agenda ativos e populosos.
O iPhone parece que foi feito para mim, digo na sua totalidade de recursos, e nas novas possibilidades de utilização.
Assim, tudo que tenho lido me parece visões particulares e específicas do produto, que é muito mais completo do que um simples kindle, que também possuo.
O iPhone teve o grande mérito de fidelizar os seus usuários que encontraram aplicativos bons, baratos e úteis (são poucos, mas existem), apenas para lembrar uma de suas virtudes que ainda não foram copiadas com êxito.
Estou entusiasmado como usuário e acho que o iPad será (já é) uma referência no seu nicho e é por isso que estamos aqui nesta discussão !!!
vichi esse dai eu nao acho pAra comprar alguem sabe na onde tem ???°??
Ricardo, o iPad comecará a ser vendido dia 3 de abril, incialmente nos EUA.
Uso meu iPhone apenas com chip de dados com plano ilimitado da Oi… Aposentei meu netbook Dell mini 9 com leopard 10.5.6 instalado. Tudo que eu faço no netbook eu faço com maestria no iPhone… e o ainda ganhei mais portabilidade alem de inúmeros aplicativos da área medica que so estao disponíveis para iPhone /iPod… Se eu aposentei meu netbook para usar exclusivente o iPhone então vejo que o ipad vai ser a melhor opção pra mim…