O leitor Drauzio Rezende, de Taubaté-SP, mandou um email dando bronca na Livraria Cultura, que acabou de lançar sua loja de ebooks.
Escreve ele:
“Fiquei sabendo que a Livraria Cultura começou a vender e-books e, como estou namorando a idéia de comprar um há tempos, dei uma olhada. Achei os preços ridículos. Para efeito de comparação, escolhi um livro de “economia pop”: Superfreakonomics. Os preços são:
- Superfreakonomics (formato ePub): R$ 50,62
- Superfreakonomics (impresso/edição americana): R$ 45,00
- Superfreakonomcs (impresso/edição brasileira): R$ 53,52 (no programa Mais Cultura) e R$ 66,90 (preço normal)
Sinceramente, com esses preços, o eBook não vai se popularizar nunca. Não tem custo de papel, impressão e logística de distribuição. Como pode custar mais que a edição americana impressa ou 76% do preço da edição brasileira com preço cheio? Não vejo lógica.
Para piorar, tem a burocracia de ter de instalar o Adobe Digital Editions em todas as máquinas que se quiser possuir a cópia legalizada do eBook.
Interessante é que o Kindle, campeão entre os leitores, não está na lista dos aparelhos compatíveis. Há diversos leitores que nem conhecia, exceto o da Sony, o da Barnes & Noble e o Cool-ER (que já ouvi falar). E como você tem o Kindle, faço a pergunta: ele não lê o formato ePub?
Para um potencial comprador de e-books surgem as seguintes dúvidas:
1) Quem comprar um leitor agora, corre o risco de ficar com um mico na mão por falta de compatibilidade futura?
2) Qual leitor comprar, considerando que há diversos formatos e não se sabe qual formato/leitor ofertará obras brasileiras (antigas, atuais e futuras)?
Se pretenderes retornar ao assunto e-book futuramente em seu blog, uma sugestão seria fazer um comparativo dos leitores.”
Caro Drauzio,
Sua bronca faz todo o sentido. Eu também me assustei com os preços da Livraria Cultura. Eu estava aguardando ansiosamente pela novidade e me decepcionei profundamente. Mas a polêmcia não é só por aqui. Nos EUA, a Amazon está há tempos numa guerra com as editoras, que não querem baixar seus preços ainda que o custo de um eBook seja menor que um de papel.
Meu Kindle tem um objetivo definido para mim, que vai além da mera leitura: como compro muitos livros estrangeiros — na própria Amazon — o Kindle representaria economia (preços mais baixos e eliminação do frete) e rapidez (baixo e começo a ler na hora). De dezembro pra cá, percebi que tenho lido muito mais que antes, e olha que eu já era uma leitora ávida!
Estou satisfeita com o Kindle, e continuo comprando livros de papel também, em especial obras nacionais. Não tenho problemas com formatos, o conteúdo é o que me interessa. Continuo adorando livros convencionais e gosto de frequentar bibliotecas.
Claro que também uso o Kindle para ler material gratuito que baixo da internet. Ele não suporta o formato ePub, mas suporta Mobi e PDF, e na maioria das vezes encontro o que quero nesses formatos. Entre minhas fontes favoritas estão o ManyBooks, o Google Books e o Projeto Gutenberg. Contudo, com o ePub ganhando terreno, acho que é questão de tempo a Amazon liberar esse formato em seus eReaders também.
Mas ainda que o Kindle lesse ePub, eu fico na dúvida: será que o DRM — a proteção digital anti-pirataria – permitirá a leitura dos arquivos, mesmo em leitores que suportem esse formato? O recém-lançado iPad lê ePub, mas até onde sei, apenas os que não tem DRM. Se você comprou um ePub da Cultura, acredito que o iPad não lerá, pois é tradição da Apple só suportar seu próprio DRM. Todavia ainda preciso confirmar essa informação.
Quanto aos livros da Amazon, da Barnes & Noble ou da Fictionwise (onde já comprei muita coisa, desde os tempos do Palm) não haverá problemas em lê-los no iPad, já que cada uma possui app próprio ou compatível.
Sobre os eReaders: como você falou, a Cultura tem uma seção mostrando os modelos compatíveis com seus livros à venda. Em geral, modelos “abertos” não deveriam dar problemas de compatibilidade, mas nunca se sabe. Enquanto cada livraria criar seu próprio DRM, ficamos na dúvida. A grande verdade é que ainda não há um leitor que leia tudo e qualquer coisa, de qualquer loja. Os da Sony são bem elogiados entre os que o possuem. O Cool-ER, por sua vez, tem um péssimo acabamento, de plástico barato, com botões duros. De primeira vista, não me agradou. Gostaria de poder resenhar mais desses leitores, prometo correr atrás disso.
Sobre a obrigatoriedade de instalação do Adobe Digital Editions, concordo com você. É um passo atrás. E quanto aos preços, nem se fala. Se servir de consolo, ebooks com preços altos não são exclusividade nossa. Discussões entre lojas e editoras nos EUA estão fervendo. Já está rolando até cartel, ou usando o nome bonito que os publishers adotaram, “agency model”. A esse respeito, sugiro a leitura do post: Some Kindle books now cost more than paperbooks (em inglês).
* * * * *
E vocês, leitores? Já embarcaram na onda dos eBooks? O que acham do atual cenário dos livros digitais?









Então. Como pssuidor (satisfeitíssimo) de um Sony Reader Touch, confesso que também fiquei bem supreso com os valores do ebooks nas livrarias nacionais. Mesmo a Gato Sabido – em teoria mais antenada, por ser uma livraria exclusivamente digital – pratica valores muito acima do esperado para um ebook, e também depende do Adobe digital Editions. Eu, como uso o Calibre para gerenciar minha biblioteca, prefiro baixar e instalar os livros manualmente do que usar o péssimo DE.
Sobre os reviews do Sony e do Cool-ER, posso indicar a minha própria resenha do primeiro, e a de um colega do segundo, no Baixaki:
Sony Touch: http://www.baixaki.com.br/info/3487-analise-sony-reader-touch-edition-prs-600.htm
Cool-ER: http://www.baixaki.com.br/info/3815-analise-cool-er-gato-sabido.htm
Vou conhecer melhor o trabalho da Gato Sabido, que vcs leitores tem elogiado bastante. Quem sabe rola um post!
Utilizo o Stanza, no iPhone. Converto qq documento (pdf, doc, etc) para epub através do Calibre.
Neste momento estou lendo um livro em português que converti para epub.
Abs.
Também adoro o Stanza. E uso o Calibre para fazer conversões. Muito bom o programa!
A Amazon é concorrente da livraria cultura? Talvez o dono da lib. cult. pensa que sim e por isso não tenha formatos de kindle ainda. Ou talvez haja questões técnicas por trás (o que acho + improvável). Quanto aos preços realmente não se justifica. A menos que no Brasil haja impostos + altos ainda para a livraria ( o que penso tb ser improvável mas nao descartável essa hipótese).
Entre os leitores ainda acho que é mais vantagem esperar e comprar um iPad (Apple), pois acredito que haverá aplicativos para ler os diferentes formatos de ebooks que mais serão aderidos no mercado. Vejam que a Amazon já tem o Kindle for iPhone. Vai ter p/ iPad tb. A Apple tb está de olho neste mercado (potencialmente lucrativo). Teremos brigas de gigantes pela frente?
Parabéns pelo trabalho.
Realmente fica dificil migrar pra uma leitura totalmente digital. Estou namorando o Kindle a um bom tempo, e o iPad por ser mais colorido até encanta mas ainda to pensando no Kindle para leitura dos eBooks.
Como trabalho com TI tem muito livro em PDF e poder comprar na Amazon e ler na hora nao tem preço. Ja fiquei 1 mes pra receber um livro. Em TI isso é quase um ano
.
Espero que o pessoal repense estes valores e que possamos curtir escritores Brasilieiros nos nossos eBook Readers.
Buenas!
Como já mencionei em outro artigo eu particularmente prefiro os a-book ou podcast!Com relação a esse dispositivos considero modismo,não vejo utilidade alguma em um dispositivo somente para a finalidade de ler?
E diga-se de passagem nada barato! Mas gostos são gostos e bolso também!
Bia, acredito que com os preços da cultura muito dificilmente ela vai conseguir vender alguma coisa. Parece até um incentivo a compra de livros em papel. Se a Saraiva não fizer nada, ou um submarino da vida que poderia “intermediar” a Amazon no Brasil, não vejo futuro.
Eu uso uma forma rudimentar de kindle, o Zire (M150, aquele primeiro) com eReader. Os livros custam no máximo US$ 9,90 e tenho sido 100% satisfeito com o resultado. Principalmente pockets de literatura que não chegam aqui, como Starfleet Corps. of Engineers, uma novela baseada no universo StarTrek e maravilhosa, eu leio muito através do meu Zire. E como ele é velhíssimo e detonado, não chama a atenção na rua. Sem mencionar que sem a iluminação traseira, a bateria dura uns 10 dias sem crise…
Que saudades do eReader do Palm/PPC e também do MobiPocket!
Infelizmente as editoras não aprederam nada com as gravadoras…
Ai vai começar a pirataria e ja sabemos onde isso vai dar…
É preços assim e com DRM acho complicado dar certo.
Sou contra baixar qualquer coisa na net, mas no caso do uso de DRM pra livros e música, eu concordo que devemos sim fazer download via torrent dando prejuízo pras editoras pra abrirem os olhos. Não adianta querer simplismente mamar na gente. Se quiser cobrar, ótimo, mas que ao menos o faça justamente.
Compro meus livros na Amazon pq acho os preços “justos”.
E por mim, se a Cultura continuar desse jeito, que ela quebre.
[mandei um comentário do meu e71 mas acho que o Opera mini falhou]
Bia,
Há dois lados importantes nesta questão.
O primeiro é que é fato que os custos de impressão e logística de transporte deixam de existir e que isso deveria ser abatido do preço. Mas analisando um pouco melhor a questão, vamos ver o seguinte. A impressão é a apenas o suporte físico do produto e não o produto em si. Quando compramos um livro compramos a história que o romance conta, as técnicas ou conceitos de um livro técnico etc. Não compramos um punhado de papel encadernado (deixemos de lado as edições especiais de colecionador etc). O esforço que o autor coloca no livro continua sendo o mesmo. Ele não pesquisa menos pelo fato do produto final ser um ebook. O agente dele não trabalha menos. As editoras idem. Então levando-se em conta que sempre pagamos pelo conteúdo do livro, a ausência do suporte físico “papel” não deveria gerar tanto impacto no preço final.
Falando sobre os custos de transporte. Estamos trocando o transporte físico pelo transporte “lógico”. Mas vale lembrar que este último também não é de graça. Há custo de banda, servidores, softwares de segurança para autenticação e envio do livro, equipe técnica etc. Ok, são custos bem menores, mas existem.
O segundo lado da questão é o lado da indústria do livro, seu público consumidor e o potencial consumidor de ebooks. O pessoal envolvido nessa indústria também leva o filho pra passear no shopping, tem suas contas pra pagar, viagens de férias etc. Se vivem de vender livros, não pagarão suas contas se estes forem vendidos a 10% do valor que costumavam ser vendidos. E aí alguém pode argumentar: “Mas poderiam ganhar na escala”. Será?
O público que consome livros sempre os consumiu em livrarias tradicionais, sebos ou mais recentemente sites como submarino, amazon etc. O surgimento do ebook, por si só, será um motivador forte o suficiente para que diversas pessoas tomem gosto pela leitura? Duvido. Hoje, pode-se comprar Ulysses na Livraria Cultura por R$89,00 ou o mesmo livro por R$10,00 na Estante Virtual. Alguém que não tem o hábito de ler vai comprá-lo na estante virtual por um custo 85% inferior? Não.
Então chegamos a conclusão que:
1) o possível consumidor de ebooks é o sujeito que já lê. Se está comprando ebook o faz por pressa ou praticidade. Eu não tenho esses leitores (como o Kindle) mas imagino que voce possa fazer pesquisas rápidas, anotações e que sejam muito mais ágeis e disponíveis que livros impressos. Logo, trata-se de um produto com valor agregado um pouco diferente de um livro comum.
2) o preço que pagamos é pelo conteúdo do livro e consequentemente pelo trabalho de todos envolvidos nessa indústria;
3)Quando a maior parte do mercado for de ebooks (sim, chegaremos lá), a indústria não terá como se sustentar se os preços de seus produtos for uma mísera fração do que costumava ser.
4) um ebook oferece possibilidades que um livro impresso não oferece.
Acho que tudo isso é pensado pela indústria na hora de montar uma estratégia de preço de ebook. Mas também, vale lembrar, que tudo isso está estourando agora, é novidade e vai ganhar muita força com Kindle e iPad. O mercado certamente encontrará um ponto de equilíbrio.
Grande abraço! E adoro teu blog!
Vinicius
Eu trabalho para uma importante grupo editorial e posso afirma que o interessante é que esta confuson éstá acontecendo na mundo todo, não só na Brasil. Falando em preço estão enganadas as pessoas que achem que digital tem que ser bem mais parato que o fisico: um custo de papel, edição, etc. é muito penqueno para um livro (cerca de 4%)! o que sai caro mesmo é que o conteúdo que, como falou Bia, é o mais importante.
No mundo todo o livro não tem imposto, mas pessoal tem, transporte tem, armazém também. No Digital também tem que ter gente para converir os titulos, tem que gastar com storage para armazenar o livro digital e o frete é o preço que se paga pela banda para entregar o conteúdo ao cliente. Além disso, tem o seguro (DRM)! As empresas como Adobe cobram por ele e as editoras nem querem falar con você se não tiver DRM! Quando soma tudo isso quase dá os mesmos 4%, acreditom ou não.
Eu lanço um desafio para Bia e vocês todos: na sua opinião, em se pensando em uma leitura no PC, o que um e-reader decente tinha que ter? E como a loja tinha que funcionar? E quanto % menos tem que cobrar (sendo justo)?
Se não externarmos nessas opiniões ninguem as fará…
Abraçaos!
K.U.
É a mesma novela que os produtores de cd´s e dvd´s multimidia (diga-se gravadores e entretenimento em geral) passaram (ainda estão passando)a alguns anos, mas no final, não tem jeito, o preço vai ter de cair e algum formato, loja e gadget se tornará o padrão.
Quem viver, verá.
falido.
apesar da sua experiência de sucesso, em ter aumentado o volume de leitura após adquirir o kindle, eu só vou entrar nessa quando a indústria deixar de agir igual quando do nascimento dos computadores. Sou do tempo do tk90, hotbit, msx expert e etc. Lembro que a revista “input”, se não me falha a memória, disponibilizava código de programação em suas páginas, e tínhamos seções específicas para cada tipo marca de computador, que, provavelmente, a grosso modo, tinham conjuntos de instruções diferentes.
Enquanto existir essa de DRMs proprietários, livros que abrem em tal ereader e em outro não, vou continuar adotando outra filosofia de busca dos meus conteúdos para leitura.
Para evitar a irritação, vou esperar os publishers e as stores e etc se entenderem e se racionalizarem, aí eu entro na dos ereaders.
cchase
Prezados,
Em nome da Livraria Cultura, gostaria de ter a oportunidade de esclarecer alguns pontos levantados por vocês nesta discussão sobre a venda de eBooks pela empresa. Os preços de eBooks são definidos pelas editoras, assim como os preços dos livros físicos. A Livraria Cultura, desta forma, pratica preços de mercado. A Livraria Cultura optou pelo DRM da Adobe por ser o mais universal entre os leitores digitais, como é possível observar pela lista de eReaders compatíveis disponível em nosso site (http://www.livrariacultura.com.br/scripts/ebooks/tutorial/aparelhos.asp). O Kindle, entretanto, não consta nesta lista pois aceita somente eBooks protegidos por DRM da própria Amazon – além de eBooks desprotegidos nos formatos Mobi e PDF. No iPad da Apple, o iBooks, aplicativo para leitura de eBooks, lê arquivos nos formatos ePub e PDF protegidos pelo DRM Safe Play, que também não é compatível com o DRM da Livraria Cultura. Atentos às novas tendências, estamos desenvolvendo novas soluções, sobretudo para leitura de eBooks em outras plataformas.
Opa! Fica a dica de criar um app leitor de ebooks da Cultura, também para iPad/Phone/touch
Falou muito e não disse nada que gostariamos de ouvir!
Cuidado com seu emprego, vocês estão caminhando numa linha fina entre o sucesso e o fracasso.
A industria da música não aprendeu até hoje e continua teimando em vender produtos caros e perdendo feio para a pirataria.
A industria das impressoras jatos de tinta tomaram um banho feio das tintas paralelas, hoje em dia fabricam tintas com preços mais em conta e estão recuperando o mercado.
[...] Resumindo: sem compatibilidade de formatos e aparelhos, títulos caros, DRM, podemos dizer que o eBook ainda não vai conseguir emplacar da maneira como deveria. Nós, consumidores, não somos burros e merecemos mais respeito. Quando compramos um livro ele é nosso, não é da editora, livraria, distribuidora, ou de alguma empresa de tecnologia. Não sou o único que pensa assim. [...]
Olá Bia! Concordo contigo, hoje mesmo escrevi a respeito no meu blog (citando este post). Essas empresas nos tratam como trouxas, mas ainda vão penar muito até aprenderem que não é assim que se lida com o problema.
Abraços “desfiados”
Primeiro, deixe-me pedir desculpas por usar a tradução automática.
Obrigado por ligar para o meu artigo.
Quanto à questão EPUB: você está correto que EPUB com DRM (Digital Rights Management) não podem ser automaticamente lidas em qualquer EBR (E-Book Reader) que suporte o formato. Se um livro em formato EPUB não tem DRM, que podem ser convertidos para o Kindle facilmente usando um programa gratuito chamado Calibre (não sei se o que está disponível no Brasil). Se ele não tem DRM, ele só poderá ser lido em dispositivos específicos para os quais foi adquirido. O Kindle não consegue ler um livro EPUB com DRM, Calibre e não pode convertê-lo.
Fico feliz em ver um blog do Brasil falando sobre e-books!
Bom, por ter deficiência visual, não consigo usar nenhum destes ebooks. O formato com mais acessibilidade é o DAISY, usado de forma internacional.
http://www.daisy.org
É um formato que deveria atender a todos, mas não percebo isso…
ia comprar um kindle, mas depois de perceber que o formato da loja é exclusivo (azw) e que a maioria do que leio são artigos cientifics em pdf… Peguei um n810 que me permite ate fazer anotações no artigo (xournal).
Aderi aos ebooks gratuitos a 2 anos. Leio pelo o meu nintendo DS através de um programa que se chama Moonshell. O fundo da tela é um azul marinho e os caracteres ficam em branco, consigo ler até no escuro por causa da iluminação do game. Tem as suas limitações, porque como o game é japonês alguns caracteres tipo cêdilha, crase etc… ficam trucados por kanjis, no meio da palavra, mas da pra entender.
Realmente, os preços ainda estão assustadores. Um exemplo disso é a versão eletrônica do Dicionário Técnico Routledge inglês-alemão, que custa em torno de USD 300 ou 400 (tenho de checar) UM volume!! Fala sério.
Atualmente estou com dois leitores: um iPad e um Sony Daily Edition. Até agora não tive problenas cim o DRM. Tenho dado preferência ao iPad devido à velocidade; o Sony é ótimo, mas leva mt tempo para ajustar formato de página, aumentar fonte, virar página, etc.
Estou procurando um ereader que melhor se adapte às minhas necessidades.
Tenho o hábito de fazer resumos para estudar. Digito tudo no word. NO geral, são bem simples, no máximo uns quadros ou umas palavras coloridas ou negritadas.
Pelo que já li, os ereaders não reproduzem cores, preço que se paga pelo maior conforto na leitura. No entanto, minha maior dúvida esta em saber se é possível ler um arquivo PDF criado a partir da conversão de um documento do word. Ou seja, seria possível eu converter meus resumos feitos no word em um arquivo PDF para lê-los no ereader?
Em caso afirmativo, a qualidade do arquivo seria afetada?
Luiz, vou postar aqui no blog alguns PDFs e mostrar como eles ficam em eReaders, ok? Aguarde mais um pouquinho e continue acompanhando o blog.