
O leitor George Gaspari encomendou dos EUA o scanner super-portátil Doxie e, após algumas semanas de uso, resolveu compartilhar conosco suas impressões.

Como os emails sobre tablets tem sido constantes na minha caixa de entrada, compilei os assuntos mais questionados para este post.
1. Ainda vale a pena comprar um iPad 1?
Depende. Ainda há iPads de primeira geração novos, à venda no varejo brasileiro. Sendo a diferença de preço relativamente pequena para o iPad 2, caso você opte pela compra de um novo no Brasil, evidentemente a melhor escolha é o modelo mais atualizado.
Contudo, quem sempre quis um iPad mas tinha o preço como barreira, os semi-novos são uma boa opção. A idéia é ir atrás do pessoal que decidiu fazer upgrade para o modelo mais recente. É possível encontrar iPads de 1a geração em bom estado abaixo de R$ 1.000. Muitos já vem com película e até capa de brinde, uma vez que estas não podem ser reaproveitadas no iPad 2.
Lembrem-se: há os mais fanáticos por tecnologia, que estão sempre comprando gadgets, e há aqueles que desejam uma utilidade prática para seus aparelhos. Neste 2o caso, o iPad 1 continua sendo um excelente dispositivo. A não ser que você precise muito da câmera — a maioria nem liga muito, pois a câmera do celular é mais prática — as mudanças de hardware não são significativas para o usuário “comum”. A tela é igual, e os apps continuam funcionando do mesmo jeito no iPad 1.
2. Que stylus posso usar no meu iPad?
No post do app Bamboo Paper, muitas pessoas perguntaram que stylus eu estava usando no meu iPad.
Utilizo a 2-em-1 da Targus, que tem esferográfica junto. Assim, ela fica sempre na minha bolsa, como “coringa”. Mas há diversos modelos, de diversas marcas. As stylus antigas, de PDAs, não servem. Os antigos PDAs e smartphones possuem tela resistiva, e precisam de toques precisos, com canetas pontudas. Os aparelhos mais recentes, como os iPhones, iPads e Androids possuem tela capacitiva. Assim, a ponta tem que ser maior e mais fofa, para simular o dedo.
3. Meu tablet Android será atualizado?
Em se tratando de Android, atualização de sistema é um assunto pra lá de cabuloso. Tanto em celulares quanto tablets. Se os updates são importantes para você, verifique sempre antes com o fabricante qual será a política de atualização de seus aparelhos. Não acredite em dados imprecisos como “vamos decidir ainda” ou “sim, mas ainda não temos data”. Eles podem voltar atrás e decidir não atualizar.
Atenção: a @mayalabs ofereceu-me um Motorola Xoom para sorteá-lo pelo Twitter! Sigam @mayalabs e @garotasemfio e acompanhem as regras para participar. Boa sorte!
O Motorola Xoom (pronuncia-se “zoom”), primeiro tablet com Android 3.0 (vulgo Honeycomb) a chegar ao mercado brasileiro, dá um banho em qualquer outro tablet Android prévio. Grande parte deste feito é exatamente por causa do Honeycomb, a primeira versão do Android concebida para tablets.
Este meu review, pasmem, precisou ser reescrito duas vezes. Isso porque levei o Xoom a tiracolo nas consultorias durante o mês que o testei, e à medida que fui compreendendo as necessidades dos clientes, meu ponto de vista foi mudando. Mesmo depois que o devolvi, ainda mantive contato com o aparelho após a compra por parte dos clientes. E minha admiração só cresceu.
Vocês já sabem que escrevo semanalmente no Tecnoblog e no Techtudo. Agora, gostaria de convidá-los a acompanhar também meus artigos no Produzindo.net. Nele, o foco é a produtividade, como o próprio nome diz, com ênfase em dicas e soluções móveis para profissionais itinerantes.
Comecei com uma introdução sobre a como a tecnologia móvel nos ajuda a trabalhar e viver melhor, em “Mobilidade é mais do que ter o celular da moda“, e em seguida, entrei nos tópicos básicos para todos que buscam na mobilidade uma jeito de se organizar melhor. Nesse be-a-bá da organização pessoal fiz uma série de posts, abordando o ponto de partida de todo usuário novato na mobilidade: agenda, contato, tarefas e anotações. Como usar essas ferramentas, organizar sua vida e fazer buscas de informações com eficiência:
Há também um post sobre perfeccionismo. Muita gente não se dá conta que é vítima deste mal. Eu costumo ser, e brigo com unhas e dentes para combater essa praga que nos engana na surdina: parece que buscamos a excelência, quando na verdade, estamos comprometendo nosso desempenho e empacando nosso sucesso.
Estou aberta a sugestões de temas para o Produzindo.net. Usem o espaço de comentários para sugerir pautas e tirar dúvidas!
Clique na imagem abaixo para vê-la em alta resolução. É uma captura de tela do app Wacom Bamboo Paper.
Uma coisa interessante: consegui escrever apoiando o punho na tela, algo que não tinha conseguido até agora com outros apps. A stylus que eu uso é esta. Gosto dela porque também tem uma esferográfica junto. Portanto, esteja eu com o iPad ou não, ela sempre fica num cantinho da bolsa.
Correm histórias que a própria Apple vai criar a sua stylus, uma vez que ela registrou patente de um protótipo. Mas isso não quer dizer necessariamente que ela venha pro mercado. E vocês achando que a stylus ia morrer, heim? Quem disse que Steve Jobs não pode mudar de idéia?
Essa semana fui surpreendida com o lançamento da versão iOS do iWork para iPhone. Até então, o “pacote Office da Apple” com editor de textos (Pages), planilha (Numbers) e apresentações (Keynote) só existia para iPad. Além dos Macs, lógico.
Eu uso o pacote Office da Microsoft no meu Mac — em especial, Word e Excel, mas para apresentações sempre preferi o Keynote. Como meu marido fanboy sempre compra family pack de tudo, para me evangelizar na marra, também passei a usar esporadicamente o Pages no meu Mac. Já o Numbers, nem me atrevo. É contrangedor de tão ruim.
Para quem não pode acompanhar a Twitcam ao vivo na última 4a feira, eis o vídeo da gravação na íntegra. Entre os destaques:
Dúvidas? Utilizem o espaço dos comentários. Reviewzão completo dos 2 aparelhos, em breve.
Seguindo a estratégia de espalhar o seu novo sistema operacional móvel, a Microsoft está incluindo mais 35 países no mapa do Windows Phone 7, entre eles o Brasil. Ontem o produto foi apresentado oficialmente por aqui, chegando às lojas nos próximos meses a versão mais atualizada do sistema, o Mango.
Agora tá oficializado: foi publicada no Diário Oficial da União a MP 534/2011, que inclui os tablets na lei de incentivo 11.196.
Vejam como o governo entende a um tablet: “máquinas automáticas de processamento de dados, portáteis, sem teclado, que tenham uma unidade central de processamento com entrada e saída de dados por meio de uma tela sensível ao toque de área superior a 140 centímetros quadrados [...] produzidas no país”.
É bom lembrar que, a exemplo do que acontece com os PCs, é necessário que uma determinada porcentagem de componentes sejam feitos em território brasileiro. Não duvido que isso passe a ocorrer com boa parte das fabricantes já com planta no país, e que já possuem smartphones concebidos aqui. Mas e o iPad? Até onde eu sei, ele será apenas montado aqui. Ser montado não significa ser produzido, correto?
E tem ainda o lance do ICMS, aquela confusão, já que cada estado decide o quanto e como cobra.
Por enquanto estou cheia de dúvidas. Pelo jeito, não serão todos os tablets que ficarão mais baratos… e, sinceramente, acho que a queda de preço do iPad não será assim tão significativa.
O que vocês acham?
